quinta-feira, 23 de março de 2017

Via Nocturna playlist 23 de março de 2017


Review: Impact (Ghost Avenue)

Impact (Ghost Avenue)
(2017, Pitch Black Records)
(5.8/6)

Muito daquilo que dizíamos há três anos a respeito dos Ghost Avenue a propósito do seu álbum homónimo mantém-se perfeitamente atualizado. Na altura o coletivo estreava-se numa nova editora e deixava boas indicações. Hoje percebe-se que a manutenção do line up e da editora e toda a estabilidade que isso confere, permitiu aos noruegueses não só manterem a sua linha ideológica e estrutural, como reforçar a sua presença no cenário metálico internacional. Impact é o nome do novo disco, uma natural sequência lógica do que havia sido apresentado em Ghost Avenue, embora mais ousado, mais coeso, mais inteligente, mais trabalhado. Em suma, mais maduro. As referências à NWOBHM continuam presentes embora surgindo mais atualizadas, de modo que a personalidade e individualidade do coletivo tenham maior destaque. E o disco corre e ouve-se como se de uma peça única se tratasse. Seja pelo nivelamento por alto das canções, seja pela continuidade criada pela existência de diferentes sons eletrónicos a unir as músicas – afinal trata-se de um álbum conceptual – o que é verdade é que a sequencialidade é um ponto muito forte em Impact. Um disco que causa impacto, sem dúvida, e que marca um passo em frente em relação ao anterior contendo algumas grandes malhas de metal que são potenciadas por uma produção grandiosa e cristalina.

Tracklist:
01. Impact
02. Escape
03. The Prison
04. Time Traveller
05. Affection
06. Dancing With the Devil
07. Construction
08. The Edge of Darkness
09. Collateral Damage
10. The Ace

Line-up:
Kim Ihsak Sandvik – Vocals
André Berger – Guitar and Backing Vocals
Petter Christopher Lein – Drums
Magnus Liseter – Bass
Øystein Wiik – Guitars

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Edição: Pitch Black Records   

quarta-feira, 22 de março de 2017

Entrevista: Numa Echos

Multifacetada, a italiana Numa só precisa de tempo para criar. Mas para ela a palavra tempo deve ter outro significado ou outra forma de contagem. Só assim se compreende como consegue estar envolvida em tantos projetos tão diferenciados. Shady World é o mais recente desses projetos – um disco em nome próprio – com a música, também, a marcar uma posição de destaque na sua carreia. De uma forma direta e realística, Numa respondeu às nossas questões. Sem rodeios, nem desperdícios de tempo!

Olá Numa, tudo bem? Modelo, escritora, promotora, pintora, fotógrafa e música... Tens tempo para fazer tudo isso?
Olá pessoal, sim estou bem quando falo sobre mim sem me descrever. No entanto, eu não tenho tempo, a não ser o tempo para criar.

A respeito de Shady World, o teu novo álbum - podes falar um pouco sobre o processo de criação?
Foi uma viagem muito longa, uma metamorfose da minha essência e uma lenta descoberta da minha criatividade.

Pude reparar que trabalhaste com diversos músicos que mudavam de tema para tema. Porque decidiste seguir esse caminho?
Gosto de experimentar. Para mim, a arte não tem regras. É um fluxo fácil de ideias e emoções.

Insanity e Is But A Shady World foram as músicas escolhidas para vídeo. Por quê estas escolhas em particular?
Devido à sua simplicidade distorcida. Podem representar o começo de um caminho complexo.

Tens uma versão de um tema de Billy Idol. Como surge ela no teu álbum? És fã dele?
Ele foi sempre um dos principais elementos da minha evolução musical cognitiva.

Uma vez que desde muito jovem estás envolvida com a poesia trazes este teu lado para a tua música?
Absolutamente sim. Adoro a pesquisa literária dentro de uma canção. A música é poesia, e a poesia é música.

Assim sendo, quais são os principais temas abordados no aspeto lírico?
Cada faixa pode representar emoções contadas de uma maneira poética.

Um título como Shady World tem algum significado político relacionado com a atualidade?
Possivelmente. Alusão poética e realismo descritivo.

Em que outros projetos estás envolvida atualmente? E para o futuro o que ainda tencionas fazer?
Há muitos projetos em andamento. Um livro, outro álbum, outras emoções, até escuridão e talvez a luz.

Muito obrigado, Numa! Queres acrescentar mais alguma coisa?
Simplesmente, que me acompanhem. Siga o vento da fragrância da escuridão. Podem atualizar os meus projetos em www.numaechos.com

terça-feira, 21 de março de 2017

Review: Nocturnal Solar Sessions (Amaral)

Nocturnal Solar Sessions (Amaral)
(2017, Superball Music)
(5.9/6)

Com o lançamento de Nocturnal em 2015, os espanhóis Amaral atingiam a marca de sete discos de originais. A banda que nasceu em Saragoça e que posteriormente se mudou para Madrid continuava, assim, o seu trajeto de glória no país vizinho. No entanto, faltava o salto internacional. Terá sido essa a ideia da Superball Music de reeditar, em formato internacional, esse disco de 2015, mas agora batizado de Nocturnal Solar Sessions. Apesar do vasto fundo de catálogo, este acaba por ser, também para nós, o primeiro contacto com o duo liderado pela sensacional vocalista Eva Amaral. E a análise a este disco pode começar precisamente por aí: pela excelência da voz de Eva Amaral, com um timbre cristalino, uma textura adocicada e uma colocação sensacional. Sem dúvida, estamos aqui na presença de uma das melhores cantoras de Espanha – arriscaríamos dizer – de sempre! Com ela está Juan Aguirre, guitarrista, maioritariamente acústico. O press release não refere se há ou não outros convidados, porque se ouvem outros instrumentos em Nocturnal Solar Sessions – percussão, violino, piano, harmónica, sintetizadores. Mas o que importa referir é todos eles são executados com uma mestria ímpar e utilizados na criação de temas, quase sempre simples, mas de um rara e indescritível beleza. Um trabalho instrumental minimalista que abre espaço para a voz de Eva e para a profundidade das suas letras. Mas também um trabalho instrumental que abre espaço para a riqueza das melodias assombrosas (num tema como La Ciudad Maldita, chega a arrepiar!) e para a profunda perceção do que é mais importante: o sentimento numa canção. Esta edição da Superball traz, para além dos 13 temas originalmente incluídos em Nocturnal, mais 10 canções, num total de 13. No entanto o promo disponibilizado não faz referência a quais serão essas canções. Ainda assim, e em jeito de conclusão, diga-se que Nocturnal Solar Sessions é um disco de uma beleza intemporal. Um disco que recupera a sensibilidade trovadoresca e a magia de alguns cantores míticos da língua castelhana como Joaquin Sabina ou Chavela Vargas. Um disco de pop/rock que, indubitavelmente, agradará a todos os fãs da boa música. Porque, no fim, o que interessa são as canções, a emotividade e o prazer. E Nocturnal Solar Sessions tem tudo isso em doses maciças!

Tracklist:
1.  Llévame Muy Lejos
2.  Unas Veces Se Gana Y Otras Se Pierde
3.  Nocturnal
4.  La Cuidad Maldita
5.  Lo Que Nos Mantiene Unidos
6.  500 Vidas
7.  Cazador
8.  Nadie Nos Recordará
9.  La Niebla
10.  Laberintos
11.  Chatarra
12.  En El Tiempo Equivocado
13.  Noche De Cuchillos

Line-up:
Eva Amaral – vocais
Juan Aguirre – guitarras

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Edição: Superball Music    

segunda-feira, 20 de março de 2017

Entrevista: Galo Cant´Às Duas

É um nome estranho para um novo coletivo nacional. Um nome associado à sua origem rural. Falamos dos Galo Cant’Às Duas que apresentam Os Anjos Também Cantam, como seu cartão-de-visita. São quatro temas de muito experimentalismo e exploração sónica que o duo se encarregou de explicar para o Via Nocturna

Olá, tudo bem? Quem são os Galo Cant’Ás Duas? Como se proporcionou e o que vos motivou a erguer este projeto?
Olá olá. Galo Cant’Às Duas são duas pessoas que desde muito novos decidiram apostar profissionalmente no ramo musical. A educação musical sempre fez parte da nossa adolescência, através de conservatórios, aulas de instrumento privadas, e mais tarde as escolas profissionais e faculdades. A música clássica e o jazz foram duas vertentes que ambos estudámos, o que facilitou a nossa comunicação musical quando nos conhecemos. O Galo nasce em meio rural. Fazemos parte de uma associação cultural que tem sede em Lisboa – anualmente é organizado em encontro de artes, na aldeia da Moita, Castro Daire. Existe toda uma programação com variadas vertentes artísticas e nós fazemos parte da organização. Há dois anos, em cima da hora, recebemos um telefonema a dizer que o músico que ía estar apresentar o seu trabalho naquela noite não ía poder ir – decidimos então ir para cima do palco e fazer uma Jam/Concerto, sem qualquer estrutura ou planeamento do mesmo. Contrabaixo e bateria foram os instrumentos usados na Jam e correu muito bem – ficámos muito felizes por termos passado por aquela experiência, e o feedback que recebemos foi bastante motivador. Passado uns meses decidimos fecharmo-nos na sala de ensaios e ver o que podia acontecer. A música, aos poucos, foi ganhando forma, arranjámos uns concertos e a responsabilidade foi ficando maior. Vamos investindo e crescendo com o Galo muito naturalmente, o que torna o processo muito interessante.

Qual é o vosso background musical? Que outras experiências musicais tinham tido antes deste Galo Cant’Ás Duas?
Como já tinhamos referido, desde muito cedo que procurámos variadas dinâmicas no meio musical. Desde os 5/7 anos a ter aulas privadas e apartir dos 11/12 que cada um de nós procurou reunir pessoal para tocar e partilhar essa música. As bandas de covers fizeram parte e mais tarde, já com outras bases, seguir com as próprias composições. As escolas ajudaram-nos a descobrir e a ter contacto direto com outras visões e filosofias artísticas – abriu-nos portas para diversas experiências, tal como bandas sonoras para bailados e peças de teatro. São formatos que poem à prova qualquer pessoa, de repente pedem-te uma ideia geral e és obrigado a agir na hora - é óptimo, a creatividade mental evolui de dia para dia.

Que movimentos ou géneros são mais inspiradores ou influentes na vossa sonoridade?
 A nossa educação passou por variados géneros, estudámos desde o classico ao jazz, e com os amigos procurávamos outros, como rock, hiphop ou pop. Isso fez com que hoje em dia não estejamos “presos” a um ou dois géneros. Acaba por acontecer naturalmente com toda a gente, existe tanta informação e ela é tão fácil de atingir que ficamos com a mente cheia de diversidade, depois cabe a cada um saber filtrar todos esses mundos. O Galo é mesmo isso, a procura de um equilibrio onde tens variadas texturas e dinâmicas – os uníssunos subtis e lentos, grooves mais drum n’bass, a desconstrução da estrutura são exemplos do que constroi a nossa viagem.

Acredito que o facto de terem origem numa zona rural do interior influenciou a escolha do vosso nome. Para além disso transporta mais algum significado?
No parque de campismo do Encontro de Artes onde o Galo nasceu, visto que é um terreno habitado por um casal bem simpático, tem alguns galinheiros, torna-se cómico de situação quando vais para a tenda de madrugada e tens os galos todos a cantar. É super cómico porque são os galos que acabam por nos embalar. Esse foi o ponto principal da nossa escolha. Os galos merecem esta homenagem.

Por outro lado, o facto de serem oriundos de uma zona afastada dos grandes centros tem tido algum peso no vosso percurso até agora?
Somos de Viseu, muito facilmente viajamos para os grandes centros. Claro que se torna mais difícil conhecermos pessoalmente as pessoas que estão envolvídas na banda e outros contactos que podiamos expontaneamente fazer ao entrar num bar para beber um copo. Esse poderá ser o ponto negativo. Mas também sabemos que o ritmo de vida por exemplo em Lisboa, por experiência própria, não tem nada a ver com o nosso, tudo acontece mais depressa, as pessoas, no geral, acabam por andar muito na sua bolha e não têm tempo para um simples café. As tecnologias facilitam bastante, como nos tem facilitado a nós – talvez acabasse por ir dar ao mesmo nesse aspeto. Felizmente, o processo do Galo tem corrido muito bem, estamos a trabalhar com quem queremos, o facto de ser de Viseu não influênciou em nada. Existe toda uma gestão extremamente profissional de calendário para não falharmos em nada.

O projeto é apenas constituído por dois elementos. Contaram com a ajuda de mais algum músico na gravação do disco?
Admiramos muito o trabalho da malta do Haus, onde gravámos o disco. O Makoto e o Fábio Jevelim, que foram os nossos produtores, ajudaram-nos muito em algumas ideias que estavam um pouco perdidas nas nossas cabeças. Gravámos o disco em dois dias e meio e os três dias restantes foram para a mixagem e masterização. Sabíamos desde início do processo de estúdio que o caminho ía ser este, o que gerou alguma pressão em nós. Algumas sugestões foram dadas pelo Makoto e o Fábio, discutíamos isso e chegávamos a uma conclusão. Foi mais uma experiência enriquecedora nas nossas vidas.

Há perspetivas ou ideias de ampliar a base do coletivo?
Na verdade, para já, não pensamos muito nisso. Temos sempre ideias em aberto o que pode fazer com que de repente tudo mude. Muito poderá mudar no próximo disco, depende do queiramos procurar.

Como estamos em termos de agenda no que diz respeito a apresentações ao vivo?
Já temos alguns concertos marcados, e como qualquer músico estamos constantemente à procura de mais. É só andarem atentos à página de facebook do Galo e saberão a seu tempo por onde andará a Cantar. Muito obrigado. O Galo Canta de coração cheio!

domingo, 19 de março de 2017

Flash-Review: Burston (Segregates)

Álbum: Burston
Artista:  Segregates   
Edição: Cleopatra Records   
Ano: 2017
Origem: Inglaterra
Género: Punk Metal, Hard Rock, Punk
Classificação: 4.8/6
Breve descrição: Lemmy morreu, mas o seu legado continua bem vivo, como prova esta estreia em formato longo dos seus compatriotas Segregates. E a verdade é que Burston soa mais a Motörhead que os próprios Motörhead. Temas curtos e simples, frases curtas e diretas, baixo envolvente e demolidor, voz suja e rasgada, riffs distorcidos, solos incisivos. Um verdadeiro murro na face. E, esteja onde estiver, quão orgulhoso deve estar Lemmy destes seus seguidores!
Highlights: Segregates, Traitor Collaborator, Step Aside, Turn It Loose, Riding With The Driver
Para fãs de: Motörhead, The Ramones, NOFX, The Accused, Melvins

Tracklist:
1.      Segregates
2.      Rock ‘n Roll
3.      Living Nightmare
4.      Miss ‘B’ Havin’
5.      Let Battle Commemce
6.      Traitor Collaborator
7.      Sweet Vengeance
8.      Step Aside
9.      No Regrets
10.  Turn It Loose
11.  Riding With Driver

Line-up:
Smell – baixo e vocais
Bilo – bateria
Dr. Horn - guitarras

Flash-Review: Abraço (oLudo)

Álbum: Abraço
Artista:  oLudo   
Edição: Independente
Ano: 2017
Origem: Portugal
Género: Indie pop/rock
Classificação: 4.8/6
Breve descrição: Os olhanenses oLudo continuam a pisar terrenos que dominam bem dentro de uma pop elegante e rock indie. Não demasiadamente complicado, Abraço, é um disco que se ouve com prazer, sendo que a presença de uma voz feminina traz outro élan ao desfecho final. Isto não invalida que alguns dos elementos fundamentais dos oLudo, como sejam aqueles registos mais orgânicos e mais crus, não continuem a marcar a sua presença.
Highlights: Abraço, Mentiras Sinceras, Procura, Lado negro, É Tão Bom
Para fãs de: Clã, Linda Martini, Jáfumega, Ornatos Violeta, Los Hermanos, The Roots, Delfins

Tracklist:
1.      Abraço
2.      O Que Não Se Vê
3.      Sangue e Esperança
4.      Quero o Que Não Vejo
5.      Alma Que Pensa
6.      Mentiras Sinceras
7.      Tango Para a Ana
8.      Procura
9.      Lado Negro
10.  É Tão Bom

Line-up:
Davide Anjos – vozes e guitarras
Nuno Campos – piano e teclados
Luís Leal – bateria e vozes
Paulo Ferreirim – baixo
João Baptista – guitarras e vozes

Participação especial:
Teresa Aleixo – vozes

sábado, 18 de março de 2017

Notícias da semana

Desolate Angels é o novo álbum de Soundscapism Inc., novo projeto de Bruno A. agora radicado na Alemanha. O disco está nas ruas desde o dia 16 de janeiro numa edição da Ethereal Sound Works e tem colecionado um significativo número de boas reviews. Above Us Only Sky é a faixa bónus desse disco, e já está disponível para visualização. Por outro lado, Tomorrow’s Yesterdays, o primeiro tema do projeto recebeu um novo tratamento, foi regravada e remasterizada com baixo, novas partes de guitarra e sintetizador e outros detalhes. Também já está disponível.

Os Mean Streak anunciaram a capa e o tracklist do seu próximo álbum Blind Faith. O quarto álbum dos suecos foi produzido por Peter Andersson and Max Norman, misturado por Max Norman (Ozzy Osbourne, Armored Saint, Megadeth, Y&T) e masterizado por Thomas “Plec” Johansson (Soilwork, Onslaught, Armageddon, Degradead, Dynazty). O álbum tem edição europeia via ROAR – Rock Of Angels Records a 2 de junho, japonesa via Marquee/Avalon a 31 de maio (incluindo uma faixa bónus) e americana pela HighVolMusic a 16 de junho.


Os Skyclad lançaram o lyric video do tema Change Is Coming, tema retirado do próximo álbum Forward Into The Past, nas ruas a 28 de abril pela gaulesa Listenable Records. Change Is Coming é um tema na linha dos britânicos, abordando questões políticas, sociais e ambientais e mostra uma série de imagens atuais do estado do mundo.


Depois de Vengeance, os Mystic Prophecy preparam o relançamento de um outro álbum. Trata-se do seu segundo registo, Regressus, e será posto nas lojas a 21 de abril pela Massacre Records. O álbum apresentará uma nova remasterização e estará disponível em formato digipak limitado, com faixas bónus. A canção Lords Of Pain está disponível para streaming.


Os Midnight Rider são uma banda germânica de heavy metal/hard rock alemã, ir-se-á estrear com o álbum Manifestation. O lançamento acontecerá a 21 de abril pela Massacre Records, sendo que o já pode ser visto o tema de avanço, When I Spew My Hate.


Os Vandroya, banda brasileira de female fronted progressive power metal, lançou o lyric video do tema I’m Alive, o primeiro single do seu altamente aguardado novo álbum Beyond The Human Mind. O álbum será lançado a 28 de abril pela Inner Wound Recordings.


Em 1970 os Blues Image levaram o público ao estado de êxtase com o seu hit Ride Captain Ride, um tema que, ainda hoje, continua presente na cultura pop. Fundados no final dos anos 60 pelo vocalista/guitarrista Mike Pinera a banda ganhou reconhecimento pela sua musicalidade e excelência das canções. Pinera saiu e fundou os poderoso Iron Butterfly, mas a chama dos Blues Image esteve sempre bem acesa. Por isso, agora uma nova colecção de canções vê a luz do dia através da Purple Pyramid. Timeless, assim se chama este disco, homenageia o passado bem como apresenta algum material novo. O disco sai a 31 de março.

O guitarrista Rex Shepherd lançou, em simultâneo, três álbuns em formato digital: Ohio, Sonority e Duets. Com uma assinalável originalidade, Rex Shepherd combina elementos improvisados e a harmonia do jazz com a técnica de guitarra influenciada por diversos músicos Jim Hall, Robin Trower e Fred Frith.


Last Stand é o nome do EP de estreia dos alemães Chasing The Serpent, banda de female fronted metal. O disco sai a 5 de maio. Os Chasing The Serpent são influenciados por Heavy, Power e Thrash Metal, sendo que a sua música é um cruzamento de melodias encantadas, riffs in-your-face e uma bateria pulverizadora. Os Chasing The Serpent formaram-se em 2015 por Iván Carranza dois anos depois de se ter mudado do peru para a Alemanha.


O novo vídeo dos The Kentucky Headhunters, God Loves A Rolling Stone, já está disponível para visualização. Este é o primeiro single retirado do novo álbum On Safari. O 12º disco dos americanos, que mistura Southern rock, blues, americana e country, terá edição a cargo da Plowboy Records/Practice House Records.


A apenas algumas semanas do lançamento do EP de estreia Monster Monster, a banda suíça We Are Interview divulgou o seu novo vídeo do single New York. Ao mesmo tempo, o disco está disponível para audição streaming no bandcamp dos rockers.


Os Pyramaze estão de regresso com um novo disco, já o quinto da carreira, intitulado Contigent, com edição agendada para 28 de abril via Inner Wound Recordings. Entretanto, o lyric video de avanço, 20 Second Century já está disponível. Contigent é apresentado como uma obra capaz de satisfazer os seus fãs, ao mesmo tempo que explora novos campos. Jacob Hansen (Volbeat, Amaranthe, Epica, Evergrey), foi o responsável pela produção, mistura e masterização.


Retirado do seu mais recente disco Second To None, os rockers germânicos SpiteFuel acabam de lançar o vídeo do tema Purified. Second To None será lançado a 7 de abril pela MDD Records e teve produção de Martin Buchwalter, sendo que o artwork esteve a cargo de Travis Smith (Nevermore, Iced Earth, Opeth).


Saiu ontem o novo álbum de estúdio de Blackfield intitulado V, via Kscope. Blackfield é um projeto que resulta da união de esforços de Steve Wilson e do compositor israelita Aviv Geffen. Uns dias antes do lançamento do álbum já tinha sido avançado o vídeo de Lonely Soul, um tema criado pelo colaborar de longa data Lasse Hoile. V foi escrito ao longo de 18 meses entre a Inglaterra e Israel e contém 13 canções oceânicas.


A baixista Julie Slick (Adrian Belew Power Trio, Crimson ProjeKct) e Marco Machera apresentam o novo álbum conceptual dos Echotest, From Two Balconies. Neste terceiro álbum o projeto conta com um novo membro – o baterista Alessandro Inolti - e vê o número de convidados aumentar - Pat Mastelotto, Tim Motzer, Ali Wadsworth, Ian Gray, Greg Rosen e Sarah Anderson. O sucessor de Fourth Dementia (2014) e Le Fil Rouge (2015) tem 10 temas, sete dos quais vocalizados por Marco que também aqui divide tarefas com Mike Visser e Claire Wadsworth. O resultado é um disco com uma sonoridade progressiva moderna mantendo, todavia, a sua costela de classicismo. O álbum pode ser ouvido no bandcamp do projeto, mas também já há vídeos para os temas Supercell e The Plight.