quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

Playlist Via Nocturna 23 de fevereiro de 2016


Review: À Moda Antiga (Click)

À Moda Antiga (Click)
(2017, Independente)
(6.0/6)

O distrito da Guarda não costuma aparecer muito por aqui em termos de rock, embora exemplos como Join The Vulture ou A Cepa Torta tenham demonstrado que ali também há muita qualidade. O mais recente nome a mostrar-se são os Click, coletivo de Figueira de Castelo Rodrigo que se estreia de forma brilhante com À Moda Antiga. E apesar de se ainda notarem algumas naturais arestas para limar, os Click apresentam um conjunto de 10 temas de grande criatividade, ideias brilhantes e capacidade para as executar. E, principalmente, um disco diversificado, com imensas variações estilísticas e inúmeras surpresas para se descobrir. Isto porque se Soldado do Pecado, tema de abertura, nos remete para um rock clássico, já Vício (deliciosa canção!) é puro delta blues, cheio de elementos minimalistas e órgãos envolventes. Por outro lado, À Moda Antiga cruza blues e funky de uma forma magistral enquanto Empresta-me o Teu Olhar é uma sentimental balada onde o saxofone desempenha um papel mágico quer nos diálogos com a voz, quer no solo, fazendo a ponte para a empolgante reação final. A atitude mais adocicada que se vinha a verificar muda radicalmente em Marionetas (Ao Vento), um tema reivindicativo com ritmos e estruturas punk (aquele sax no inicio vem diretamente da era mais punk dos Xutos & Pontapés) onde encaixam rimas métricas de rap/hip hop. O som mais cru a áspero do punk regressa em Dias No Vazio, aqui a lembrar Peste & Sida, mas antes surge Not A Really Good Time, um piscar de olhos às ondas radiofónicas com o primeiro de dois temas em inglês, num registo acústico pop. O segundo tema em inglês é Discotime, uma canção cheia de ritmos disco e funky onde os efeitos de guitarra se tornam inebriantes. Para o fim está guardada a costela hard rock, primeiro com Macaco de Imitação, com bons riffs, e a lembrar os saudosos V12 e depois a fechar com Heterocosmia, num registo mais compassado e comedido. Em suma, o que se pode dizer de À Moda Antiga é que é um disco sensacional, onde se nota perfeitamente a entrega dos elementos e uma forma muito orgânica de trabalhar. Um disco que deverá catapultar os Click para ribalta na nova música feita em Portugal. Porque À Moda Antiga é, de facto, um disco soberbo e os Click uma enorme revelação!

Tracklist:
1.      Soldado do Pecado
2.      Vício
3.      À Moda Antiga
4.      Empresta-me o Teu Olhar
5.      Marionetas (Ao Vento)
6.      Not a Really Good Time
7.      Dias no Vazio
8.      Discotime
9.      Macaco de Imitação
10.  Heterocosmia

Line-up:
Pedro Maia Lopes – guitarras, vocais e sintetizador
Rui Moço – guitarras, vocais
Rafael Pereira – vocais
Maryna Sobolyeva – baixo e vocais
Marco Valente – bateria, percussão e vocais

Internet:
Facebook   

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

Entrevista: 15Freaks

Cocktail explosivo de rock de estrada com requintes de malvadez. É desta forma que os 15Freaks se autodefinem. O EP de estreia, Stuntman, saiu no final do ano passado depois de um período conturbado pela mudança de vocalista, mas o quinteto mostrou força suficiente para ultrapassar a situação. Agora, com uma formação estável, a banda prepara a estrada enquanto se apresenta a Via Nocturna.

Olá, tudo bem? Quem são os 15Freaks? Como se proporcionou o nascimento desta banda?
Olá e antes de mais obrigado pela entrevista. Os 15Freaks são uma banda de 5 amigos com backgrounds musicais distintos e que juntos misturam vários estilos que resultam no nosso som. A banda nasceu no decorrer de 2011 simplesmente pela paixão pela música e a enorme vontade de criar e tocar! Fomos criando o nosso próprio estilo, assente num rock duro e apelativo com laivos de punk e metal! Temos dado alguns concertos, tivemos algumas alterações na formação e há cerca de um ano consolidámos o nosso projeto com a atual formação.

E o que vos motivou a erguerem este projeto?
Sem dúvida o gosto e o vício pela música. Todos nós já tocamos em bandas há muitos anos e sempre recusámos baixar os braços, apesar do retorno ser cada vez mais escasso. É caso para dizer que, enquanto músicos, não ficamos muito tempo parados quando terminamos um projeto. Com os 15Freaks, para além da música, foi sendo criada uma amizade e camaradagem que tem permitido manter o nosso projeto vivo! 

Qual é background musical dos elementos da banda?
Dentro da banda os gostos divergem um pouco. O Carlos (bateria) e o Mário (guitarra) são mais virados para o metal. O João (guitarra) e o Rui (baixo) têm um background mais rock e punk rock. O Alex (voz) gosta de tudo dentro do rock. Todos nós já tocamos em várias bandas como Bleeding Display, CBX, Míssil, Subcaos, Rolls Rockers entre outras... Atualmente o Carlos toca também nos Secret Symmetry e o Mário toca nos Ravensire.

Porque a escolha deste nome, 15Freaks?
A banda era para se chamar Stallion! Soubemos que já existia ou tinha existido uma banda americana com esse nome mas nunca nos importámos muito. No entanto decidimos alterar o nome da banda. Na altura tínhamos uma malha chamada 15Freaks, que fala sobre malta de uma outra banda que chegou a partilhar o estúdio connosco. O 15 é o número do silo de garagens onde temos o nosso estúdio perto de Sintra e os Freaks, lá está, são os elementos da outra tal banda. Lendo a letra no booklet do cd dá para ter uma ideia mais apurada.

Disponível já desde o final do ano passado está Stuntman, o vosso EP de estreia. Como está a ser a reação ao mesmo?
Até ao momento está a ser boa. A venda do cd está a correr bem e as críticas têm sido positivas (aproveitamos desde já para vos agradecer também!). A música presente no EP define o nosso som, rock duro e batido, sujo e denso quanto baste! As letras são da vida, dura, paranoica e de algum desencanto! A produção a cargo do Fernando Matias é excelente! O EP de estreia tem tudo para agradar aos que gostem de punk rock e metal! Esperamos que o cd nos abra outras portas para que consigamos tocar mais ao vivo, que acaba por ser o que nos move.

De que forma descreveriam Stuntman nas vossas próprias palavras?
Cocktail explosivo de rock de estrada com requintes de malvadez.

Aparentemente a mudança de vocalista não afetou o vosso processo criativo…
O cd esteve masterizado com a voz do anterior vocalista (Rafael Maia) mas este decidiu sair da banda por motivos pessoais. Este facto criou-nos um dilema: ou lançar o EP de estreia com um vocalista que não iria estar presente ou encontrar, num curtíssimo espaço de tempo, um novo vocalista com capacidade para regravar a voz e que assegurasse a continuidade da banda. Optámos pela segunda hipótese pois achamos que não faria sentido lançar um primeiro trabalho que seria apresentado ao vivo com outro vocalista. Temos que agradecer ao Rafael Maia pelo importantíssimo contributo que deu à banda mas também ao Alex (atual vocalista), que merece uma grande vénia porque após 3-4 meses de ensaios já estava pronto para colocar a voz em estúdio. Um obrigado também à Ethereal por ter estado sempre do nosso lado. O Alex entretanto já tem liberdade total nas novas músicas que temos composto e que poderão ouvir ao vivo.

Portanto, o Alex já não veio muito a tempo de colaborar em alguma parte da composição…
Como as músicas já estavam gravadas e completas, a margem de manobra do Alex era reduzida. Contudo, a voz dele difere da do Rafael e claro que teve alguma liberdade para colocar pormenores de forma diferente.

Quando foi que a ESW cruzou o vosso caminho?
Nós já conhecíamos o trabalho da ESW com outras bandas e o seu notável apoio à musica rock feita em Portugal. A ESW já tinha publicado o EP de estreia dos Secret Symmetry (a outra banda do nosso baterista) e com esse conhecimento foi fácil chegar à fala com a editora.

Como estamos em termos de agenda no que diz respeito a apresentações ao vivo?
Temos já alguns concertos agendados e pretendemos agendar o maior número possível nos próximos tempos. Tocar ao vivo é para nós o auge enquanto banda.

Obrigado! Querem acrescentar mais alguma coisa?
Queremos agradecer-vos pela divulgação do nosso projeto, pelo convite para a entrevista e por se darem ao trabalho de promover a música portuguesa de forma tão profissional e completa. O nosso obrigado e esperamos conhecer-vos pessoalmente um destes dias. Que continuem assim!!! Aproveitamos para convidar todo o pessoal a visitarem a nossa página no Facebook!

terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

Review: Heart Of The Phoenix (Victorious)

Heart Of The Phoenix (Victorius)
(2017, Massacre Records)
(5.6/6)

Ao seu quarto álbum, na sua estreia para a Massacre Records, os Victorious não podiam fazer a coisa por menos: querem power metal? Então tomem lá um Heart Of The Phoenix, com doses maciças de power metal, sempre a abrir, com uma bateria supersónica e demolidora, vocais limpos e melodias épicas. Um instrumental de tal forma devastador que chega a aproximar-se do death metal. E nos primeiros quatro temas não se vislumbra qualquer hipótese do tornado diminuir de intensidade, mesmo com a aproximação a Freedom Call em Hero e com a excelente End Of The Rainbow. Em Sons Of Orion os alemães alteram o seu registo e a velocidade dá lugar ao groove, numa parede sonora que afinal apresenta algumas brechas. Mas um tema volvido e estamos de novo no mesmo registo que se manterá até ao final, na faixa, A Million Lightyears, aqui sim, diferenciada, compassada e com uma melodia quase infantil. Como se vê, o principal problema de Heart Of The Phoenix é a sua repetitividade. Sim, temos aqui boas doses de power metal e até mesmo de true metal. Mas será suficiente? Sim, é um facto que nada de novo se apresenta aqui, mas está bem patente que os Victorious fazem o que gostam, com honestidade e entrega a uma causa que já vem dos Manowar e que aqui se recorda principalmente nas semelhanças entre Black Wind Fire And Steel dos americanos e Beyond The Iron Sky dos teutónicos.

Tracklist:
1. Shadowwarriors
2. Hero
3. End Of The Rainbow
4. Die By My Sword
5. Sons Of Orion
6. Heart Of The Phoenix
7. Empire Of The Dragonking
8. Hammer Of Justice
9. Beyond The Iron Sky
10. Virus
11. A Million Lightyears

Line-up:
David Baßin - vocais
Dirk Scharsich - guitarras
Florian Zack - guitarras
Andreas Dockhorn - baixo
Frank Koppe - bateria

Internet:
Website    
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Spotify     

Edição: Massacre Records   

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

Entrevista: Suicide By Tigers






Se é verdade que o sul da Suécia tem sido solo fértil para o hard rock, pois bem, resta dizer que a tradição se mantém e que os Suicide By Tigers são o mais recente nome originário dessa região a merecer toda a atenção, como se comprova pela estreia homónima. O guitarrista Petter Rudnert, falou-nos sobre este enigmático coletivo.

Olá Petter, podes falar um pouco sobre os Suicide By Tigers? Quando nasceu a banda e com que objetivos?
Olá! Somos quatro amigos de infância que tocaram e fizeram grandes tournées com bandas diferentes ao longo dos anos, mas que nunca tinham tocado juntos. Eu e o nosso vocalista Nils Lindström escrevemos algumas músicas e senti a necessidade de formar uma banda. Quando o baixista Peter Broch e o baterista Johan Helgesson se quiseram juntar à banda, todos deixamos tudo o resto e decidimos concentrar-nos nos Suicide By Tigers. Já que todos nós vimos do mesmo background musical, tudo pareceu ótimo desde o início.

E por que um nome como Suicide By Tigers... Um pouco enigmático, talvez?
Essa é uma pergunta muito boa, mas não sei se tenho uma resposta muito boa! Foi Nils quem atribuiu o nome à banda há alguns anos atrás e há uma longa e complicada história sobre o nome, mas acho que terás de lhe perguntar.

Esta coleção de músicas são todas novas ou foram escritas ao longo dos anos?
Nils e eu escrevemos algumas das canções antes de Peter e Johan se juntarem, e o resto das canções foi escrito depois da banda estar formada. Diria que as músicas foram escritas em menos de um ano. A última música provavelmente foi escrita e terminada no dia anterior à gravação do álbum!

Quais são as vossas principais influências?
Essa é uma pergunta difícil. Diria que somos influenciados por muitos géneros e bandas diferentes. Acho que não é segredo que todos nós ouvimos muitas bandas inglesas dos primórdios, como Zeppelin, Sabbath etc, mas também temos tocado e ouvido outros tipos de música. Pessoalmente, escuto (e toco) muito jazz e Nils é um grande adepto de soul, embora o hard rock do início esteja sempre mais perto dos nossos corações.

Como descreverias, então, este álbum nas tuas próprias palavras, para quem não vos conhece?
Como uma banda de rock de quatro elementos, de alta energia que gosta de tocar ao vivo e improvisar muito. Se gostam de heavy blues based rock n roll com melodia, podemos ser uma banda vale a pena conferir.

Como foi o processo de gravação do álbum?
Foi muito simples. Dissemos ao nosso engenheiro (Berno Paulsen) que gostaríamos de gravar tudo ao vivo, com todos os amplificadores no volume máximo e na mesma sala que a bateria. Ou seja, da maneira que deve ser feito. O álbum foi gravado em cerca de uma semana. Berno tem um verdadeiro estúdio oldschool em Limhamn, Suécia e gravou bastantes grandes bandas e álbuns ao longo dos anos como Spiritual Beggars, Amon Amarth e muito mais. Achamos que ele fez um ótimo trabalho.

Estão a preparar alguma tour de promoção a este álbum?
Parece que irá haver uma tournée no início de 2017. Verifiquem o nosso site e página do facebook para obter mais informações!

Muito obrigado, Petter. Queres acrescentar mais alguma coisa?
Obrigado! Mantenham o bom trabalho e espero ver-te num palco próximo em breve!

domingo, 19 de fevereiro de 2017

Review: Amanhã (União das Tribos)

Amanhã (União das Tribos)
(2017, Nuclear Records/Compact Records/Moon Records)
(5.8/6)

Amanhã é o título do disco que separa duas fases da existência da União das Tribos: aqui se estreia o novo vocalista Mauro Carmo num disco nascido da guitarra de António Corte-Real, o grande impulsionador deste projeto. Amanhã traz-nos um conjunto de novos temas, outros que já haviam aparecido quer no EP anterior (Viver Assim, de 2015) quer no álbum de estreia homónimo de 2014. O inicio de Amanhã mostra os lisboetas com uma bem vincada dose de rockSozinho, com a participação de Tim, soa a… Xutos & Pontapés; Canção de Engate, original de António Variações surge vocalizada por Miguel Ângelo que a popularizou nos Delfins, é uma versão bem eletrificada e turbinada. Em Amanhã, terceiro tema, altera-se o mood. Aqui surge um rock eletroacústico, numa linha do que foi feito pelos Alcoolemia ou Iris. És Como És traz uma linha mais pop que assenta quem nem uma luva nas vozes dos irmãos Rosado dos Anjos que aqui colaboram. Todavia, nestes quatro temas, a banda pouco arrisca, não se torna arrojada. Felizmente, esta é uma situação que se irá inverter com a continuação do disco. E começa a notar-se, precisamente, em És Como És, com a inclusão de arranjos de cordas, continua com os riffs obscuros e pesados de Rasgar Tudo, avança para o bluesy experimentalista de O Tempo é Agora, eleva-se num belíssimo e emocional dueto com Mafalda Arnauth em Contratempo. Só Eu Sei Porquê traz mais nomes conhecidos – António Manuel Ribeiro e Carlão – e surge antes de três temas, formato versão, acústicos onde o uso de harmónica cria uma atmosfera country. O feeling blues volta a fechar um disco da União das Tribos, num formato instrumental e com elevada dose de devaneios jazzísticos. Diversificado, com garra, excelente trabalho ao nível lírico e colaborações de peso, Amanhã tem muito para oferecer ao cenário rock nacional e promete expolir em todo o seu fulgor nos palcos.

Tracklist:
1.      Sozinho
2.      Canção de Engate
3.      Amanhã
4.      És Como És
5.      Rasgar Tudo
6.      O Tempo é Agora
7.      Contratempo
8.      Só Eu Sei Porque
9.      Viver Assim (acústico)
10.  Fim da Caminhada (acústico)
11.  Amanhã (acústico)
12.  Bluesy

Line-up:
Mauro Carmo – vocais
António Corte-Real – guitarras
Cebola – baixo
Tó Morais – harmónica
Wilson Silva – bateria e percussão
Marco Costa Cesário – bateria e percussão (live)

Convidados:
Maestro Cristiano Silva – piano e arranjo de cordas
Cátia Santandreu – viola de arco
Jorge Vinhas – violino
Samuel Santos – violoncelo
Jorge Moniz – arranjo de cordas e orquestações
Tim, Miguel Ângelo, Anjos, Mafalda Arnauth, António Manuel Ribeiro e Carlão – vocais

Internet:

Edição: Nuclear Records/Compact Records/Moon Records

Flash-Review: Missing Piece (Sprague Dawley)

Álbum: Missing Piece
Artista:  Sprague Dawley   
Ano: 2017
Origem: Finlândia
Género: Grunge, Hard Rock, Punk Rock
Classificação: 4.9/6
Breve descrição: Três anos e muitas mudanças no line-up depois, os Sprague Dawley regressam com um novo conjunto de canções mais complexas, mas, ainda assim, de fácil perceção. Missing Piece é o resultado de um trabalho coletivo na procura da peça que ainda faltava no som dos finlandeses.
Highlights: If Forever, Another Day, Missing Piece, Pidgeon Song
Para fãs de: Nirvana, Pearl Jam, Audioslave, Velver Revolver, Alice In Chains

Tracklist:
1.      My Town
2.      Deep Inside
3.      Where The Hell
4.      Exodus
5.      Leave Me Alone
6.      Million Tiny Pieces
7.      If Forever
8.      It’s Not Over
9.      Another Day
10.  Missing Piece
11.  Pidgeon Song
12.  Permine

Line-up:
Janne Nurmi – guitarras e vocais
Rami Kettunen - bateria
Antti Maantiehinno - baixo

sábado, 18 de fevereiro de 2017

Notícias da semana

Retirado do seu novo álbum Life On Standby, os My Own Ghost apresentam o single para o tema-título. O álbum sai a 7 de abril pela Secret Entertainment e conta com produção do mago Hiili Hiilesmaa. A banda finlandesa irá realizar a sua terceira tour britânica, sendo que nas datas em Manchester e Londres abrirá para Tarja Turunen nos seus Shadows Shows 2017.



Illusion Of Transparency é uma viagem emocional pela fragilidade e força humana, naquele que é o novo álbum dos modern prog metal Avelion. O disco sai a 7 de abril pela Revalve Records, tendo a banda divulgado o primeiro tema. Illusion Of Transparency foi produzido, misturado e masterizado por Simone Mularoni e traz como faixa bónus uma remix do tema Echoes And Fragments.



Dois nomes da Massacre Records têm novos álbuns e vídeos disponíveis para visualização. Primeiro, os Victorius, cujo novo álbum Heart Of The Phoenix foi lançado no mês passado, escolheram o tema Hero para ilustrar esse disco. Depois, os Stormage lançam o novo disco Dead Of Night a 24 de março, sendo que The Deadly Blow foi o tema escolhido para vídeo. Simultaneamente, a banda revelou a capa desse álbum.


A editora cipriota Pitch Black Records, nossa parceira há alguns anos, prepara-se para atingir a marca dos 50 álbuns lançados e logo com os lendários Reflection, banda de epic/doom metal grega que completa 25 anos de carreira com o lançamento de Bleed Babylon Bleed. São nove temas do mais puro e sólido epic/doom, sendo que merece especial destaque a colaboração de Mats Leven, dos Candlemass.


Gary Moat, ex-Heavy Pettin’ apresenta o seu novo projeto Burnt Out Wreck que se estreia para a Cherry Red Records com o disco Swallow – uma obra de hard rock clássico. O coletivo nasceu no ano de 2016 e Swallow foi produzido por Steve Rispin e Gary Moat e masterizado por Pete Maher. O vídeo de Swallow já foi disponibilizado.



I Feel So Blessed foi a primeira música que Budda Guedes compôs para a voz da Maria João, e o vídeo ilustra, de forma despretensiosa, como foi o processo de gravação do tema, tanto nos estúdios da Mobydick, como no Teatro Camões em Lisboa. O tema faz parte do álbum The Blues Experience.


O coletivo de rock progressivo Ape Shifter lançará, em março, a sua estreia homónima pela Brainstorm Records. Ape Shifter é rock instrumental que se inspira nos riffs rock dos anos 70 e adiciona desde a fúria do punk ao groove do metal. O coletivo é liderado por Jeff Aug nascido em Washington mas atualmente a residir nos Alpes, na Alemanha. Disponíveis já estão um vídeo ao vivo e para o tema Sakrotani.


A Inner Wound Recordings assinou com os Power Quest, um dos mais importantes nomes do power metal melódico. A banda entra em estúdio em abril e o novo álbum, já o sexto, está previsto para outubro. A banda já andou em tournée com Helloween, Angra, Freedom Call e Symphony X, mas está pronta para atingir um nível mais elevado.


Welcome To The End é nome do novo álbum dos Stormhammer com lançamento via Massacre Records. Os primeiros detalhes já foram revelados, incluindo a capa a cargo de Yan Yrlund. O lyric video do tema Northman foi, também, já disponibilizado. Natalie Pereira dos Santos (ex-Envinya, The Boris Karloff Syndrome) surge como vocalista convidada.



Foram quatro anos de empenho na criação de Heterotopia, a nova odisseia sinfónica dos Schooltree. A banda de art rock sedeada em Boston e liderada por Lainey Schooltree lança assim um épico de 100 minutos num duplo álbum que segue a tradição dos melhores e mais ambiciosos álbuns conceptuais. Brilhante, também, é o libreto completo que dá vida às letras e à história.



Som alternativo com canções que carregam traços regionais, Rock, MPB e Baião. É este o Projeto Rivera, composto por cinco elementos comprometidos com o trabalho e a ideia de que tudo pode ser feito de forma orgânica, verdadeira e manual. O Projeto, que nasceu em 2013, logo no ano seguinte já idealizava o seu primeiro CD que foi lançado em 2015, com o título Eu Vim Te Trazer o Sol. Com 13 faixas, o disco foi composto em viagens pelas cidades do interior do Ceará e passeia por letras que exploram histórias vivenciadas nessas andanças. Recentemente a banda, que foi uma das contempladas no Laboratório de Música do Porto Iracema das Artes, começou a trabalhar no seu segundo álbum, que conta com a produção de Léo Ramos, guitarrista e vocalista da banda Supercombo. O vídeo para o single de avanço Canto Bom já foi lançado no Youtube. A banda é composta por Victor Caliope (vocal), Gabriel Fontenele (baixo), Bruno Santos (guitarra), Matheus Brasil (bateria) e Flávio Nascimento (guitarra).


Daniel Monteiro, aka Dany M é um cantor, guitarrista e compositor português, que tem já um percurso variado na música, essencialmente como guitarrista e baixista, tendo sido elementos dos 100 Complexos, e que em setembro de 2015 se lançou num projeto a solo, cujo resultado é Beyond Reason, primeiro álbum a ser lançado em abril. Beyond Reason é um trabalho com 10 músicas originais, com sonoridades muito variadas, num pop-rock que faz lembrar Oasis, Pink Floyd ou John Mayer, mas sempre com influências de Blues/Jazz presentes. Este trabalho do autor foi gravado em V.N. Gaia no estúdio 100 Off-Records e foi produzido por Vítor Neves. As pré-vendas de Beyond Reason irão começar no dia 17 de março com as vendas no formato digital a começarem dia 07 de abril uma semana antes do começo das vendas no formato físico. Em março poderemos, também, ouvir um lyric video de um dos temas.