quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Playlist 31 de outubro de 2013

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Review: Griffons At The Gates Of Heaven (Sons Of Hippies)

Griffons At The Gates Of Heaven (Sons Of Hippies)
(2013, Cleopatra)
(4.8/6)

Os Sons Of Hippies são uma banda Americana de indie/neo-psyche rock originária de Tampa, Florida e que nasceu da união espiritual de Katherine Kelly e do brasileiro Jonas Canales. Griffon At The Gates Of Heaven é o novo trabalho do coletivo (entretanto passado a trio com a adição do baixista David Daly em 2011) e acentua toda a onda indie/psyche que já vinha caraterizando a banda. Com algo de psicadelismo e algo de grunge (ou não tivesse a mistura sido feita por Jack Endino que trabalhou com Nirvana e L7 – a espaços este disco até lembra o mítico grupo feminino) este é apontado como o disco mais ambicioso do trio. O ponto mais forte é mesmo o trabalho vocal, muito diversificado (angelical, teatral, declamado) num álbum com guitarras fortes e até alguns apontamentos acústicos. Todavia, só a partir da quarta faixa é que o álbum se começa a mostrar mais interessante apesar de nunca atingir patamares de elevado brilhantismo. Blood In The Water é, quanto a nós, a melhor faixa seguida de perto por Minue x Minute no tema com riffs mais poderosos e a entrar claramente por campos do hard rock. Ainda assim, uma boa proposta para quem procura sonoridades mais alternativas e menos dadas a previsibilidades.

Tracklist:
1.      Forward
2.      Mirrorball
3.      Dark Daisies
4.      Rose
5.      Spaceship Ride
6.      Man Or Moon
7.      Magnets
8.      Blood In The Water
9.      Whatever We Spend
10.  Minute x Minute
11.  Animal Battle
12.  Cautionary Tale

Line-up:
Katherine Kelly – vocais, guitarras, cítara
Jonas Canales – bateria, korg
David Daly – baixo e vocais

Músicos adicionais:
Billy Sherwood - mellotron e moog
Tom Klimchuck – guitarra acústica em #10
Jürgen Engler – oscilações áudio em #5 e #6

Internet:


Edição: Cleopatra Records 

quarta-feira, 30 de outubro de 2013

Entrevista: Impera

Depois de Legacy Of Life, vem Pieces Of Eden. Os Impera de J. K. Impera não param e este segundo trabalho revela-nos um coletivo ainda em melhor forma. Segundo o baterista J. K. Impera, desta vez o quarteto trabalhou no projeto desde o início, não existindo, desta feita, outsiders. Foi este um dos motivos da conversa que mantivemos com o baterista sueco que também apresentou os próximos passos da banda.

Viva J. K.! Mais uma vez obrigado pelo teu tempo com Via Nocturna. Segundo álbum e deixe-me perguntar-te, de que forma ele marca a vossa evolução desde Legacy Of Life?
Tudo bem, neste álbum estivemos muito mais confortáveis, porque em Legacy Of Life Matti Alfonzetti não esteve envolvido desde o início e tivemos pessoas de fora da banda a escrever letras em algumas músicas, mas em Pieces OEden não há outsiders envolvidos, fizemos tudo sozinhos o que fez todo o making of do álbum muito mais intimista.

A última vez que falamos disseste que já estavam em processo de composição do novo álbum. Este é o resultado. Com a exceção da já citada maior participação de Matti,  usaram o mesmo método de trabalho para este novo álbum ?
Praticamente o mesmo. Tommy e eu encontramo-nos em estúdio para gravar a música em primeiro lugar, eu tenho alguma ideia e, em seguida, Tommy Denander passa à ação. Ele é o compositor mais rápido do mundo. Tínhamos todas as músicas para todo o álbum feitas em apenas uma semana e isso é por causa de Tommy. De seguida, Matti trabalhou as letras e melodias embora eu tenha co-escrito letras em três músicas.

Desta vez entras por campos do blues. É incrível ! De onde veio a inspiração?
Antes de começamos a fazer demos, decidi que queria que Pieces Of Eden fosse muito mais diversificado que Legacy Of Life. Queria misturar hard rock, blues, metal e baladas e acho que funcionou muito bem, pois há um pouco pouco de tudo em Pieces Of Eden e estou muito satisfeito com o resultado e vendo os comentários de todo o mundo percebo que estava certo.

A respeito do processo de gravação, trabalharam separadamente ou juntos em estúdio?
Tommy faz as demos com a música, em seguida, Matti os registos vocais no seu estúdio. Tommy fez as guitarras também no seu estúdio e assim por diante. Toda a gente fez as suas coisas individualmente. Usamos cinco estúdios diferentes para completar o álbum isto porque todos estamos muito ocupados e é difícil juntar a banda.

O título escolhido acabou por ser Pieces Of Eden. Algum significado em particular?
Na verdade, foi Carl-André Beckston o artista que faz as nossas capas dos álbuns que surgiu com o nome. Ele tinha a ideia sobre como a capa deveria ser e, em seguida, surgiu o título. Mas foi ideia dele e eu adoro, ele é incrível.

Já está disponível um vídeo de uma apresentação ao vivo no Väsby Rock Festival. Está nas vossas previsões realizar outro vídeo de promoção a Pieces Of Eden?
Sim, acabamos de colocar um lyric video para Beast Within e uma versão ao vivo de Beast e também um vídeo da nossa festa de lançamento, onde tocamos quatro músicas de Pieces Of Eden e haverá mais em breve.

Penso que será difícil gerir a vossa agenda, até pelo que já disseste, mas de qualquer modo está prevista alguma tournée nos próximos tempos?
Espero poder fazer alguns festivais no próximo verão, mas temos que encontrar uma maneira de fazer isso acontecer, uma vez que todos os elementos estão envolvidos em outros projetos e isso demora algum tempo a preparar para resultar bem. Vou manter os meus dedos cruzados.

Na tua última entrevista com a Via Nocturna disseste que os Impera não era um projeto de apenas um álbum. Agora pergunto-te: e um terceiro álbum já está em projeto?
Sim, Tommy e eu começaremos a escrever músicas para o terceiro álbum de Impera em dezembro e o plano é lançá-lo em outubro de 2014, o que dá uma média de três álbuns em dois anos e, depois disso, haverá um álbum ao vivo, assim como meus heróis KISS:

A terminar, deixa-me agradecer, mais uma vez, a tua disponibilidade e dava-te a oportunidade de acrescentar mais alguma coisa que não tenha sido abordado nesta entrevista...

Quero agradecer-te por esta entrevista e por ajudares a espalhar a palavra sobre os Impera. Falamos em breve. Tudo de bom!

terça-feira, 29 de outubro de 2013

Review: Veteran (Gwydion)

Veteran (Gwydion)
(2013, Independente)
(5.0/6)

Os maiores guerreiros do metal português estão de regresso com o seu terceiro trabalho. E o que logo se nota é que a costela metálica está mais forte, com riffs (ainda) mais presentes e poderosos. Igualmente épico, Veteran inicia-se com uma verdadeira chamada para a batalha ao qual se seguem os temas mais bárbaros. Womb Of Fire e Endurance Of The Mind são dos momentos mais agressivos, com riffs mais maciços e uma secção rítmica mais potente. Nestes dois temas sente-se todo o calor e ardor da batalha com os guerreiros a serem incessantemente encorajados através de coros guerreiros majestosos. Math Of War não apresenta sinais de tréguas, mas incorpora elementos folk que, de uma maneira geral, estão mais disfarçados neste novo trabalho. O primeiro verdadeiro momento de magia surge em Trail To A New Land: enormes melodias, majestosos coros, sublimes vocais femininos! A habitual drinking song a que os Gwydion já nos habituaram surge na festiva Brewed To Taste Like Glory. Depois da festa volta a potência do campo de batalha com o enganador título de Years Of Peace para se entrar de seguida na melhor sequência de Veteran: Lured To Comfort, Fighting To The End e Path Of Shadows, onde os Gwydion resumem de forma superior todo o seu potencial em termos de capacidade de fogo, de melodias épicas, coros majestosos, arranjos vocais arrojados (nomeadamente na curta e acústica Lured To Comfort, mas também em Fighting To The End) e potencial metálico com grande malhas! O final do disco traz-nos Veteran, a batalha final com mais coros guerreiros e derramamento de sangue e que no seu final tranquilo em guitarra acústica apresenta o descanso dos guerreiros e o atingir da almejada glória celestial! Veteran é metal épico do melhor que se faz no mundo. E como já dissemos uma vez, não é necessário ser nórdico. Afinal a nossa história também está cheia de guerreiros imortais. Como os Gwydion!

Tracklist:
1.      Timeless Conception
2.      Womb Of Fire
3.      Endurance Of The Mind
4.      Math Of War
5.      Trail To A New Land
6.      Brewed To Taste Like Glory
7.      Years Of Peace
8.      Lured To Comfort
9.      Fighting To The End
10.  Path Of Shadows
11.  Veteran

Line-up:
Ruben Almeida – vocais
Daniel César – teclados
Miguel Kaveirinha – guitarra solo
Luís Abreu – bateria
João Paulo – guitarra ritmo
Bruno Ezz – baixo

Internet:

segunda-feira, 28 de outubro de 2013

Entrevista: Corky Laing

O Prof. Matti Häyry e o Dr. Tuija Takala escreveram uma tese filosófica sobre a pesquisa bioética e os conflitos que envolvem a manipulação genética. Seguramente estariam longe de pensar que a sua obra viesse a servir de inspiração para um dos trabalhos mais criativos deste ano. Precisamente, Corky Laing, ex-Mountain, pegou no conceito e, trabalhando juntamente com um enorme naipe de músicos e com os autores da tesa, criaram uma opera onde o rock cruza os campos da biotecnologia. Obra fundamental que agora compreendemos melhor com a ajuda do próprio Corky Laing.

Viva Corky é um prazer conversar contigo e obrigado pelo teu tempo. A respeito da tua ópera rock Playing God, quando começaste a trabalhar nela?
Começamos a ópera em novembro de 2011, quando a 3 de nós nos encontramos numa Mountain Show em Helsínquia para uma bebida.

Quem foi o responsável por toda a criação da história, personagens e tudo o mais?
A génese da ópera veio de um livro filosófico do Prof Matti Häyry e Dr. Tuija Takala, Playing God a respeito da pesquisa bioética e sobre os diversos conflitos que envolvem a manipulação genética para criar a perfeição humana. Há várias personagens na cidade de Happyville que descobriram por engano um mal chamado Doctor Mr. C. Ele tem enganado as pessoas da cidade por mentira e ganância. As pessoas da cidade foram enganadas por ele. Eles pensavam que os seus segredos sobre as suas aspirações pessoais com perfeição seriam privados.

Playing God acaba por ser uma fantástica viagem musical. De onde veio toda a inspiração?
A inspiração veio quando eu percebi que esse era um assunto importante e ao mesmo tempo polémico e atual. Acabei por usar a minha coleção de temas criados ao longo dos anos e, felizmente, a música encaixou-se com o conteúdo lírico.

Sendo um álbum conceptual, podes descrever, de forma breve, o que acontece na história?
O conceito é simples. Todos nós queremos ser tão perfeitos quanto possível e esta história lida com a manipulação genética das pessoas da cidade a fim de alcançar este objetivo.

Já vimos que os percursores da história foram o Prof. Matti Häyry e o Dr. Tuija Takala. A sua contribuição ficou por aí?
Sim, foi deles o conceito original e desempenharam um papel vital na edição contribuindo com detalhes médicos específicos o que dá credibilidade à ópera. Eles estão no topo no campo da filosofia.

Afinal o que é a criança perfeita?
A criança perfeita só existe na imaginação. Para mim, perfeição é a imperfeição total. É o esforço para se obter o melhor em tudo que fazes.

Deve ter sido uma tarefa difícil gerir tantos músicos e vocalistas. Qual foi o método de trabalho?
Fui feliz em ter contratado Denny Colt e Bonny Parker, a minha seção rítmica original e, além disso, havia tremendos músicos disponíveis na área de Helsínquia. Escusado será dizer que foi a cereja no topo do bolo poder ter Eric Schenkman a contribuir com um brilhante trabalho de guitarra. Todo a gente foi muito criativa, profissional e cooperativa.

A tua abordagem vocal em Eyes In The Mirror está muito perto de Peter Gabriel…
Muito obrigado pelo elogio. Adoro Peter Gabriel…

E as reações estão a superar as tuas expetativas?
Estou totalmente espantado com a resposta maravilhosa da crítica e de colegas músicos que eu respeito. Podes ler as opiniões on-line e ver por ti próprio.

É possível falarmos um pouco sobre os Mountain? Tens falado com os outros membros?
Estive demasiado ocupado com esta ópera e não tenho contactado com os membros dos Mountain.

É curioso que os Mountain tenham participado no Woodstock mas depois a vossa prestação não foi incluída no filme nem na banda sonora. Como vivenciaram toda essa situação?
Foi uma época muito caótica e, francamente tenho boas vibrações sobre tudo. Recebi dois discos de ouro do álbum ao vivo. A omissão do filme foi um problema de negócio não musical.

E que tens feito ultimamente, depois da gravação desta opera rock?
Atualmente estou a promover este trabalho nos EUA e iremos fazer alguns espetáculos em Boston no próximo mês com os Perfct Child (Denny & Bonny).

Então haverá hipóteses de levares esta ópera rock para palco…
Nós estamos a tentar arranjar condições para executar a música de Playing God na Primavera, provavelmente a partir de Helsínquia, no final de março de 2014.

Quando podemos esperar um novo trabalho deste projeto ou de qualquer outro?
Estou sempre a trabalhar em novo material, por isso fiquem atentos a qualquer nova gravação.

A terminar, Corky, mais uma vez obrigado e dava-te a oportunidade para acrescentar mais qualquer coisa…

Quero só agradecer-te, Pedro pelo teu apoio e palavras amáveis. Esperamos ter a oportunidade de nos cruzar na estrada. Tudo de bom! A propósito, Tuija soletra propositadamente de forma errada a expressão Perfect Child porque não há a criança perfeita. Deve ser soletrado Perfct Child!

domingo, 27 de outubro de 2013

Review: Ramble On Privilege Creek (The Statesboro Revue)

Ramble On Privilege Creek (The Statesboro Revue)
(2013, Blue Rose)
(5.8/6)

Olhando para o disco destes norte-americanos, The Statesboro Revue, Ramble On Privilege Creek, o que salta logo à vista é a capa. Diferente do que se costuma ver, atrai pela sua criatividade e aparente simplicidade. Colocando o cd a rodar, fica-se de novo surpreendido logo com os primeiros segundos acústicos de Fade My Shade Of Black. E daí para a frente é uma extraordinária aventura musical que percorre com extremo bom gosto os campos do blues (maioritariamente) mas também do rock n’ roll, do country e até da soul! A utilização de diferentes recursos (órgão, honky tonky, harmónica, guitarras acústicas, bandolins, violinos) e a introdução de coros femininos soul ajudam a transportar este conjunto de 12 temas para campos únicos de brilhantismo. Ramble On Privilegie Creek acaba por se aproximar em determinados momentos, na sua costela mais delta blues/rock n’ roll, do trabalho que os The Delta Saints têm desenvolvido. Noutras fases afastam-se deles para trilhar caminhos mais country. Por exemplo, a sensacional balada que é Cold November chega a lembrar os seminais Alabama pela mood criada ao mesmo tempo que apresenta um shake que tanto poderia estar numa morna cabo-verdiana como nos fazedores de serenatas! Outros temas apresentam particularidades únicas com a sensacional capacidade de não entrar em campos de repetição. O honky tonky vs harmónica em Half Mile To Lincoln, o brilhante trabalho de órgão em Love Run Easy, o puro country em Lil Mary’s Lost Stand, ou os coros espalhados um pouco por todo o álbum são alguns dos exemplos de um disco que não é fácil descrever em palavras dada a sua superior qualidade e que aconselhamos vivamente.

Tracklist:
1.      Fade My Shade Of Black
2.      Huck Finn
3.      Cold November
4.      Til I Leave
5.      Half Mile To Lincoln
6.      Live A Little
7.      Lil Mary’s Lost Stand
8.      Isabella
9.      Love Run Easy
10.  Another Day In Rome
11.  Wildflower
12.  Hands On The Sun

Line-up:
Stewart Mann – vocais, guitarra acústica, harmonica
Garrett Mann – guitarras, piano, percussão
Mike Peters – bateria
Erik James – teclados, órgão
Preston Wimberly – guitarras
Rhett Price – violino
Steve Ledet – guitarras
Scott McConnell – percussão
Sonya Moore – backing vocals
Sherre Smith – backing vocals
 
Internet:


Edição: Blue Rose 

Notícias da semana

Já está nas ruas o terceiro trabalho do duo Glass House, Long Way Down. Os Glass House resultam da união entre David Worm e o multi-instrumentista Mark Vickness e combinam influência de artista como Sting, Paul Simon, Peter Gabriel e Dave Matthews. Long Way Down já foi descrito como a conjugação entre um complexo trabalho de guitarra de Vickness e os vocais bluesy de Worm, num trabalho que abraça a world music, o jazz, o funk e o clássico.

Os italianos, agora sediados no Reino Unido Heretic’s Dream têm disponível, desde o dia 22 de outubro o seu segundo álbum Walk The Time. Um teaser deste álbum pode ser visto aqui.






E agora é altura de recuar um pouco no universo de Ecila transversalmente ao novo videoclip de Ashes. Realizado por Paulo Graça, Rewind é a nova experiência visual que a banda tem para oferecer.


Já está disponível o vídeo para o tema A Rumar, primeiro single do álbum de estreia dos O Quarto Fantasma, A Sombra, edição da Raging Planet.


Os Primitive Reason, têm um novo single retirado de Power To The People. Trata-se de Set Your Ash Down do qual também já foi realizado um vídeo.





O supergrupo Transatlantic (que junta Mike Portnoy, Neal Morse, Roine Stolt e Pete Trewavas) terá novo trabalho a 27 de janeiro de 2014. Aquele que já é o quarto trabalho intitula-se Kaleidoscope e terá edição via InsideOut Music. A tracklist é a seguinte:
1. Into The Blue
2. Shine
3. Black As The Sky
4. Beyond The Sun
5. Kaleidoscope


Os canadianos Breached têm já disponível o seu terceiro EP, Left Behind, editado a 22 de outubro.





Um conjunto de estrelas do metal uniu-se para homenagear o rei da pop, Michael Jackson e o resultado é o álbum de tributo Thriller que conta com a participação de nomes sonantes como Danny Worsnop dos Asking Alexandria, Chuck Billy dos Testament, Elias Soriano de Nonpoint, Lajon Witherspoon de Sevendust, Phil Campbell dos Motorhead, Doug Pinnick dos King’s X, Angelo Moore dos Fishbone, Priya Panda dos Diemonds, Chris Jericho dos Fozzy, Corey Glover dos Living Colour e muitos mais. O disco está disponível desde 22 de outubro via Cleopatra Records. Nunca temas essenciais da história da pop como Beat It, Thriller, Billy Jean ou Man In The Mirror sofreram tais transformações com a substituição de sintetizadores soft por guitarras distorcidas e musculadas ou com a troca de beats programados por baterias poderosas. Tudo isto adicionado das mais fortes vozes do metal. Confiram o tracklist e respetivos artistas.
1. Thriller - Chuck Billy (Testament)
2. Man In The Mirror - Danny Worsnop (Asking Alexandria) & Billy Sheehan (Mr. Big)
3. The Way You Make Me Feel - Angelo Moore (Fishbone), Doug Aldrich (Whitesnake), & Rudy Sarzo (Queensrÿche)
4. Black Or White - Lajon Witherspoon (Sevendust), Bruce Kulick (ex-KISS), & Tony Franklin (The Firm)
5. Beat It - Priya Panda (Diemonds) & Ron “Bumblefoot” Thal (Guns N’ Roses)
6. Billy Jean - Corey Glover (Living Colour) & Phil Campbell (Motörhead)
7. Shake Your Body (Down To The Ground) - Elias Soriano (Nonpoint)
8. Rock With You - Doug Pinnick (King’s X)
9. Dirty Diana - Chris Jericho (Fozzy)
10. Bad - Paul Dianno (ex-Iron Maiden) & Craig Goldy (Dio)
11. They Don’t Care About Us - Icarus Witch
12. Never Can Say Goodbye - Lonnie Jordan (War)
13. Smooth Criminal - Alien Ant Farm


As de Espadas (assim mesmo, sem acento) é uma banda de amigos e companheiros de estrada (da ex-banda-Defying Control) e um velho sonho de João Ás (vocalista e baixista) que juntamente com André Silva (guitarrista), Francisco Marcos (guitarrista) e Luís Logrado (baterista) tornaram-no possível. O disco de estreia, Âncora, sai no início de novembro de 2013 nas lojas digitais com o selo da NMUSIC. Desceram-se os bpm, trocou-se o inglês pelo português, fundiu-se punk e rock, mistura de sons fugazes, divertidos e com sabor a verão estão embebidos nas 10 canções que compõem Âncora. O tema Acredito está disponível para audição aqui.


Amor e Outras Maleitas é o primeiro trabalho discográfico dos A Cepa Torta, banda da Meda. O nome da banda nasceu com o propósito de frisar a má rês, o fruto podre, o estado caduco, a má origem. Amor e Outras Maleitas é um conjunto de 9 temas que reflete, precisamente, essa temática. Para audição e download gratuito está o tema Febre. Amor e Outras Maleitas foi gravado, misturado e masterizado por Duarte Feliciano nos iSoundStudios em Coimbra e produzido pela própria banda.