quinta-feira, 30 de abril de 2015

Playlist Via Nocturna 30 de abril de 2015


Review: Behind The Black Veil (Dark Sarah)

Behind The Black Veil (Dark Sarah)
(2015, Inner Wound Recordings)
(5.5/6)

Depois de quatro álbuns com os Amberian Dawn, a vocalista Heidi Parviainen decidiu sair e seguir uma carreira a solo. Com uma forte formação ao nível do canto lírico e clássico, Heidi apresenta sempre a sua poderosa voz (poderosa em todos os sentidos: timbre, colocação, domínio, emotividade) como o principal instrumento utilizado na sua música. Naturalmente surgiu o projeto Dark Sarah e o álbum de estreia, Behind The Black Veil, apresenta a história de Sarah, uma mulher abandonada no altar pelo noivo no dia do seu casamento. A partir deste ponto desenvolvem-se uma série de capítulos num total de 14 temas fortemente orquestrados, com estruturas e arranjos ricos e complexos quer nos instrumentos rockeiros quer nas orquestrações. Logo a abrir, Save Me, mostra-nos que, provavelmente desde Once dos Nightwish que ninguém se atrevia a fazer symphonic female metal com este calibre. Um trabalho vocal de suprema classe, orquestrações sublimes, melodias mágicas. A partir de Poison Apple, o equilíbrio entre o metal e o sinfónico/orquestral é restabelecido, embora, como se confirmará no resto do álbum, mantendo cada um o seu espaço bem definido e perfeitamente percetível fruto de uma produção criteriosa e de grande rigor e clareza. Os mais sensacionais momentos estão guardados para temas como Violent Roses e A Grim Christmas Story, onde a componente de teatralização é extraordinariamente bem conseguida, estando muito próximo dos musicais clássicos da Broadway (Cats, Phantom Of The Opera). Noutra vertente, temas como Hide And Seek e Sarah’s Theme, são quase despidos de intensidade instrumental mas são intensos em termos emotivos. Em tons de lamentação mostram na perfeição a dor de Sarah. No polo oposto, um conjunto de temas, a maioria, realmente bombástico, simultaneamente heavy, sinfónico, orquestral e cinematográfico. Entre alguns convidados destaque para Tony Kakko (Sonata Arctica) que divide os vocais em Light In You, Manuela Kraller (ex-Xandria) em Memories Fall e Inga Scharf (Van Canto) em Evil Roots. Para que conste, as brilhantes orquestrações a que nos referimos estão a cargo de Mikko Mustonen. E são de tal forma grandiosas que basta fecharmos os olhos para nos sentirmos num filme de proporções épicas. Numa altura em que dificilmente alguém apostaria num álbum de metal sinfónico com voz feminina, os Dark Sarah e Behind The Black Veil vêm mostrar que ainda é possível fazer, dentro deste género, um álbum de classe e capaz de se tornar inovador a atraente.  

Tracklist:
01. Save Me
02. Poison Apple
03. Hide And Seek
04. Memories Fall [feat. Manuela Kraller]
05. Evil Roots [feat. Inga Scharf]
06. Violent Roses
07. Hunting The Dreamer
08. Fortress
09. Silver Tree
10. Sun, Moon And Stars
11. Light In You [feat. Tony Kakko]
12. Sarah's Theme
13. Memories Fall [orchestral version]
14. A Grim Christmas Story

Line-up:
Heidi Parviainen – vocais
Erkka Korhonen – guitarras
Sami-Petri Salonen - guitarras
Rude Rothstén - baixo
Lauri Kuussalo – bateria

Convidados:
Kasperi Heikkinen [U.D.O., Merging Flare] - guitarras
JukkaKoskinen [Wintersun] - baixo
Teemu Laitinen - bateria

Internet:

quarta-feira, 29 de abril de 2015

Entrevista: Majax

Majax é uma banda oriunda dos arredores de Coimbra, carregada de fuzz, orientações psicadélicas, riffs pesados e vontade de fazer música. Usando uma linha condutora para uma certa conceptualidade, Vostok 1 é o primeiro EP e registo discográfico da banda com influências desde o Psicadélico progressivo dos 60 e 70, passando pelo Post-Punk até ao heavy metal. Deixar a sua impressão musical com o seu próprio som é o seu objectivo. André Figueiredo (guitarrista) fala-nos da banda, do EP e das expectativas futuras.

Olá André, tudo bem? Vamos começar pelo princípio – quando começaram o projeto Majax e o que vos motivou a juntarem-se?
Antes de mais um grande obrigado pela atenção em relação ao nosso trabalho! O motivo é simples, o nosso gosto pela música, que sem ele nada disto era possível. Os Majax na formação definitiva estão juntos desde sensivelmente maio de 2014.

Já tinham tido outras experiências antes?
Eu (André Figueiredo, guitarrista) e o João (Figueiredo, baterista) já tínhamos tocado noutra banda há uns anos atrás, com o João como baixista. A Chloë (Illingworth, baixista) teve um projeto a tocar teclas.

Como tem sido o vosso trajeto até aqui?
Desde que começamos, mesmo antes da formação atual, começamos logo por compor música original, pois a nossa grande força motriz é fazer música que possamos identificar como nossa. Mas, com o fraco apoio, principalmente na nossa zona, que nos entristece, desde o início que foi complicado mostrarmos ao vivo a nossa música, sendo também esta uma das razões de gravarmos o EP, para ter um trabalho mais profissional, além de ser sempre bom termos o nosso próprio registo discográfico. Porém agora o caminho já parece mais risonho, que, como tendo este trabalho mais profissional já estamos a ter mais algumas possibilidades para apresentações ao vivo, o que é ótimo para nós.

Algum significado para o nome Majax?
Começou como um nome sem significado nenhum, sugerido pelo João, e como foi sugerido no início da banda, e na altura ainda não tínhamos ideias bem definidas, aceitamos e ficou. Algum tempo depois é que descobrimos que existe um ilusionista francês com o nome artístico de Gérard Majax, e achamos que foi uma feliz coincidência.

De que forma descrevem a vossa sonoridade?
Acho que a nossa sonoridade vem do que nós individualmente gostamos de ouvir, podemos dizer que é uma grande mistura de psicadélico progressivo, com pos-punk, stone-rock e heavy-metal, noise rock, com guitarra e baixo com muitos efeitos e muito fuzz.

Um título como Vostok 1, uma capa com um satélite e o lettering do CD podem sugerir alguma maquinaria, mas o vosso som é muito orgânico. Como surge essa, digamos, pequena contradição?
Ao contrário do nome que começou sem significado algum, já o EP foi feito com uma certa conceitualidade, começando pelo expoente máximo do engenho e vontade humana, a conquista do espaço, sendo Yuri Gararin, nome da primeira faixa do EP, o primeiro homem no espaço, até as fraquezas mais íntimas e pessoais do Homem, acabando com a pergunta de que tendo o Homem completado tanto, porque tem estas fraquezas, de que será tudo isto real. A capa do EP engloba esta temática inicial da conquista do espaço e o título é o nome da nave espacial que levou o Yuri Gagarin ao espaço.

De que forma decorreram as sessões de gravação?
Correram muito bem pois o Duarte Feliciano (Isoundstudios, Cogweel Records, Hanging By a Name), que desde já também lhe agradeço, deu-nos o que era mais importante para nós, liberdade artística. A gravação foi relativamente rápida, durou apenas 3 dias, mas com alguma paciência por parte do Duarte, pois nós fomos gravar ainda um pouco "verdes" digamos. Mas no final da mistura e masterização, ficamos satisfeitos com o nosso primeiro registo discográfico.

Podem falar do EDP Live Bands? Em que consiste? Quem quiser votar nos Majax o que deve fazer?
O EDP Live Bands é um concurso de bandas para a atuação no NOS ALIVE'15 e atuação no Festival Bilbao BBK Live 2015. Infelizmente o período de votações para a primeira fase já acabou, mas se passarmos à próxima fase, daremos notícias pela nossa página no facebook (https://www.facebook.com/majaxmusic). Mas não iremos baixar a cabeça se não passarmos para a fase seguinte, pois da concorrência fazem parte bandas que já dão cartas no panorama musical, e para o ano há mais.

Quanto ao futuro, quais os próximos projetos que têm em vista?
Em primeiro lugar apresentar o nosso EP ao vivo e reparar o que possa ainda estar em falta, para objetivos a longo prazo, um álbum, mas ainda faltará algum tempo até chegar a altura.

A terminar – queres deixar alguma mensagem?
Em primeiro lugar, agradecer a todos os que nos têm apoiado, apoio esse que para nós é imprescindível, em segundo lugar, que apoiem mais a música ao vivo, não só a nós mas toda a boa música que ainda se faz neste país, que parecendo que não, é muita, e por vezes vem dos sítios que menos esperamos, e por último um obrigado a ti Pedro e pelo teu apoio. Obrigado.

terça-feira, 28 de abril de 2015

Review: Reflections In A Rear View Mirror (Mark Slaughter)

Reflections In A Rear View Mirror (Mark Slaughter)
(2015, Escape Music)
(5.6/6)

Naturalmente toda a gente conhece os glam rockers Slaughter. Por isso toda a gente deve conhecer o seu vocalista e mentor Mark Slaughter. O músico de Las Vegas tem mantido uma assinalável participação em múltiplos discos de vários artistas e também com a sua banda original. Mas o facto de ter lançado um singleNever Givin’ Up – muito bem recebido fê-lo voltar-se para si e daí a ter um álbum pronto foi uma questão de tempo. Mark Skaughter aqui assina todos os instrumentos (com exceção da bateria e dos teclados em Don’t Turn Away) e vocais (com a exceção do dueto com Gena Johnson no mesmo tema). O que se pode dizer de Reflections In A Rear View Mirror é que primeiro Mark Slaughter agarra o ouvinte com o seu hard rock com base no glam dos anos 80 (Guns ‘n Roses e afins) mas perfeitamente atualizado, para depois o surpreender com incursões e experiência nada óbvias. E a menos óbvias dessas experiências intitula-se In Circle Flight, uma curta faixa com ritmo tribal e com flauta a criar a melodia principal. Outras experiências, embora não tão extremas, verificam-se no ritmo punk de Somewhere Isn’t Here, no funky de Velcro Jesus (indiscutivelmente o melhor tema do disco) ou na mood blues com elementos sinfónicos da muito bem conseguida Deep In Her Heart. Como se comprova, tudo momentos na reta final do disco. Antes há a abertura bem pesada e com uma incrível dinâmica de bateria (o tema mais pesado) com Away I Go ao que se seguem um conjunto de temas com as caraterísticas referidas: glam rock com referência aos anos 80, embora com uma produção poderosa e moderna. Aqui e ali surgem elementos acústicos e/ou guitarras limpas e a tradicional balada na forma de Don’t Turn Away, a tal em dueto com Gena Johnson. O problema que Reflections In A Rear View Mirror apresenta em diversos momentos é que parece que Mark Slaughter tem dificuldade em acabar as canções. Já está tudo terminado, nada há acrescentar mas o americano teima em continuar a faixa nem que seja com sons estranhos. Felizmente o resto é demasiado bom para ser beliscado por essas experiências.
Tracklist:
1.      Away I Go
2.      Never Givin Up
3.      Miss Elainious
4.      Carry Me Back Home
5.      The Real Thing
6.      Baby Wants
7.      Don’t Turn Away
8.      Somewhere Isn’t Here
9.      In Circle Flight
10.  Velcro Jesus
11.  Deep In Her Heart

Line-up:
Mark Goodin – bateria
Mark Slaughter – todos os instrumentos
Gena Johnson –vocais em Don’t Yurn Away
Bill Jordan – teclados em Don’t Turn Away

Internet:

Edição: Escape Music

segunda-feira, 27 de abril de 2015

Entrevista: The StoneWolf Band

Inspirados pelo rock, blues, country, roots, folk-rock, surf-rock e reggae os The StoneWolf Band definem-se pela sua atitude positiva e amor à música. Estiveram presentes, com enorme sucesso em Singapura no Music Matters Live em 2014. Agora surge, em formato físico, o muito aguardado álbum de estreia Fear Less. Ricardo Lobo, o Stone Wolf e mente criativa por trás deste projeto, contou-nos tudo a seu respeito.

Olá Ricardo! Já estás completamente recuperado dos problemas físicos que te afetaram?
O meu dedo, segundo os médicos e especialistas, nunca vai ficar bem. Não curou/cicatrizou como deveria, então tiveram que fixar na posição mais adequada, para eu poder ainda usa-lo minimamente para tocar guitarra... vou-me safando, mas de resto estou bem.

Que motivações estiveram na base do nascimento dos The StoneWolf Band?
A motivação de ter sons dentro da minha cabeça e melodias que queria tirar cá para fora! E de querer mostrar as minhas ideias e músicas. Gosto de fazer/tocar musica, especialmente ao vivo, e não me vejo a fazer outras coisas, que não seja relacionado com a música

Como tem sido o vosso trajeto até aqui? Sei que tiveram algumas mudanças de formação antes ou durante o processo de gravação. Aparentemente, isso não afetou o resultado final?
Tem sido relativamente smooth. Sim mudei a formação antes de gravar o álbum, mas não afetou muito os temas, porque era/sou eu a escrever as letras/melodias/estruturas das músicas, assim a transição não foi muito difícil, faz parte da história do projeto e ajuda-nos a crescer e aprender para o futuro!

Sendo que a vossa música é uma original criativa mistura de diversos estilos, parece-me que não são impostos quaisquer tipos de limites ou barreiras ao processo de composição?
Pois, não sou muito de limites ou barreiras! Acho que a música é arte, e quando se impõe limites à arte, raramente corre bem. Os músicos que sempre ouvi e gostei misturavam vários estilos nos seus álbuns, das suas influências e assim ouvia-se coisas novas e diferentes, e nunca ficava farto de ouvir repetidamente.

E és tu o principal responsável pelas canções? De alguma forma este é um disco autobiográfico?
Sim, escrevo as músicas e letras. Algumas músicas são mais pessoais onde falo de coisas que me tem acontecido na vida, e outras são mais historia, de personagens, que podem representar um qualquer! dà para os ouvintes se relacionarem com os temas.

Este álbum já estava disponível online desde o final do ano passado. Foi a sua boa receção que vos levou a apostarem numa edição física?
Não só. É verdade que tivemos um bom feedback quando lançamos online, mas não foi por isso. A ideia desde sempre foi ter o álbum físico cá fora. Para mim nunca ia ser a mesma coisa se não acontecesse. Temos que ter uma prova na mão do nosso trabalho! Sou dessa geração que ainda saáa para ir ao Tower Records/HMV comprar os discos e tê-los na mão, e ler o booklet dos álbuns etc, bons tempos.

Isto apesar de a vossa música já ter corrido o mundo… Por falar em mundo, chegaram a ir tocar a Singapura?
Foi uma experiencia incrível. Fomos aceites para ir tocar ao Music Matters Festival em Singapura, que é dos maiores da região, e também ideal para conhecer pessoas da indústria da música pelo mundo fora. Foram 5 dias em grande onde fomos muito bem tratados e onde tudo correu com uma grande eficácia e profissionalismo. Para mim foi extra especial porque foi onde eu cresci e vivi durante 18 anos da minha vida. Um Pais fantástico, onde a nossa música teve uma boa reação do publico! Fomos também a primeira banda Portuguesa a ir lá tocar neste festival, que foi ótimo nesse sentido representar Portugal, e onde tudo nos correu muito bem.

E quanto aos convidados? Nomes de peso… Podes apresentá-los e referir de que forma a escolha recaiu nesses nomes?
O primeiro nome, foi o Mikkel Solnado, um grande músico/compositor/produtor, mas também uma grande pessoa. Conhecemo-nos num gig em Setúbal e mantivemos contacto, e ele convidou-me para o estúdio dele gravar um tema que ele ouviu o gostou...foi o My Ukulele, e assim foi, numa tarde estava a música pronta com backing vocals do Mikkel e Joana, e produção dele. Depois tivemos a sorte de contar com o Son of Dave! que pôs umas linhas brutais de harmónica no tema Rival 2.0. Ele é um conhecido do nosso manager e mandou-lhe o tema porque eu tinha dito que a música precisava de uma harmónica, e ele aceitou. Depois last but not least, a nossa grande Orlanda Guilande, umas das maiores vozes em Portugal, bringing that soul! Também através de amigos chegamos a ela, porque um dos temas Calling My People queria um feel gospel de igreja, então entramos em contacto e ela aceitou e acabou por pôr vozes em mais temas, como na Good Riddance, Papaya Tree, Follow Me e Shotgun.

Como decorreu o processo de gravação deste disco?
A gravação foi um pouco, stop-start. Quando comecei estava a recuperar da lesão do dedo, e em transição de músicos para a banda, então foi um pouco complicado por o comboio à andar, e também tivemos uns atrasos por causa de uso de samples etc, para termos clearance, mas no fim resolveu-se tudo, e foi um processo de aprendizagem muito bom. Para mim, prefiro tocar ao vivo e mostrar as músicas a um público, mas é bom estar num estúdio a focarmo-nos nos temas e desenvolvê-los.

Porquê Fear Less, principalmente com a separação entre as duas palavras?
É uma mensagem direta para todos. Muito simples, não ter medo de atingir os objetivos, sonhos. Todos temos, só que às vezes aparecem coisas que nos distraem daquilo que queremos mais. É a vida! Mas nunca é tarde demais para mudar os ares…. E vários temas deste álbum tem essa mensagem de seguir em frente, então era o nome ideal.

Como tem sido a aceitação da vossa app para iPhone que recentemente lançaram? Também aqui se nota a vossa capacidade inovadora…
Tem corrido bem, estamos neste momento a fazer updates ao app, para melhorar… Tentamos fazer coisas novas o mais possível para nos mantermos ativos

Como tem sido a apresentação deste trabalho ao vivo? Já há mais datas disponíveis?
Tem sido bom! O público parece gostar dos temas, e isso dá-nos uma energia enorme ver o público a gostar. Claro que sabemos que nem todos vão gostar, mas por enquanto ninguém nos atirou fruta podre ao palco! Temos novas datas em breve! Para já vamos tocar ao Clube Ferroviário dia 15 de maio para começar o verão em alta, e também umas datas de fnacs por aí. Passem pela nossa página de facebook para os updates.

Quanto ao futuro, quais os próximos projetos que tens em vista?
Quanto a projetos, estamos aí a preparar um vídeo para lançar em breve e se calhar também uns live vídeos das músicas do álbum em formatos diferentes. Se calhar uns collaborations com outros grandes artistas Portugueses! Watch out!

A terminar – queres deixar alguma mensagem?
Queria pedir a todos para irem apoiar as bandas portugueses, para irem ver música ao vivo o mais possível, e comprar a música das bandas que gostam! Há muito talento aqui em Portugal, temos que apoiar e ajudar! Um abraço para todos.

domingo, 26 de abril de 2015

Notícias da semana



O novo EP dos Exorcism chama-se World In Sin e tem data de lançamento agendada para 1 de junho via Dream Records. Uma edição limitada a 666 cópias estará exclusivamente disponível no site da banda. 






Michael Bormann está a preparar um novo álbum, Closer e para já disponibilizou o primeiro teaser que inclui samples de algumas canções bem como fotografias tiradas em estúdio. 




Depois de 20 anos desde a última vez que tocaram juntos, os Lucifer’s Friend retornaram em 2015 e como forma de celebrar esse momento lançaram Awakening um disco que reúne os dez melhores temas da sua carreira adicionado de um CD bónus com 4 temas novos. A edição é da Cherry Red Records. Os Lucifer’s Friends são um dos nomes já agendados para tocaram no conceituado Sweden Rock Festival.



O álbum Nightmare Of Sound é a afirmação dos M.O.R.G. no panorama musical nacional. Enquanto se aguarda a estreia do segundo single deste trabalho, editado em janeiro pela Music In My Soul, recorde-se que Criminal Intent é o single de apresentação. Os M. O. R. G. (Music Of a Revolutionary Generation) nasceram em 2004 e partiu da vontade de Paulo Caetano (guitarrista) e de João Almeida (vocalista). Deste então que o grupo, a nível de sonoridade, evoluiu para um estilo muito próprio de Thrash Metal, sendo notórias as influências musicais do Thrash da Bay Area e germânico, com conotações Heavy Metal do fim da década de 80 e inícios da década de 90. Acima de tudo, os M.O.R.G. procuram sempre uma sonoridade com a força e o sentimento dessas décadas, mas sem deixar de ser extremamente atual, repartida por melodias trabalhadas, riffs criativos e com uma lírica muito pessoal, bastante influenciada na imagem que têm da sociedade. Em 2012, conseguiram produzir e lançar o seu próprio videoclipe e, em 2013, entraram novamente em estúdio, para gravar o primeiro set de longa duração. Atualmente são compostos por João Almeida (voz), Paulo Caetano (guitarra ritmo), David Pedrosa (baixo) e Miguel Lima (guitarra solo).


A Valery Records e a V-Promotion anunciaram o lançamento do novo álbum dos Elegacy intitulado The Binding Sequence. Os Elegacy são uma banda de prog metal nascida em Turim há uma década. The Binding Sequence conta com as participações de Mark Zonder, lendário baterista dos Fates Warning, Mike Lepond, baixista dos Symphony X e Ivan Giannini, vocalista dos Derdian.



A Sun Soul Orchestra (SSO) é um projeto baseado na rotação de um conjunto de músicos que tocam a música criada pelo duo Stevo Theárd e Ginger Murphy, bem como algumas versões Há cinco anos a trabalhar no seu álbum de estreia surge finalmente no mercado, a 28 de abril, What Matters Most.  Neste trabalho colabora um incrível conjunto de músicos que pode ser conferido no site do projeto. O vídeo para o tema Waiting On A Friend (cover dos Rolling Stones) já está disponível.



A Desclassified Records e a SBI Music Inc. anunciaram o lançamento remasterizado do álbum In Search Of Higher Ground, trabalho de estreia do guitarrista vencedor de um Grammy Neil Citron (Bang Tower, Quiet Riot, Lana Lane). Originalmente lançado em 1994, In Search Of Higher Ground conta com Erik Norlander (teclados), Walter Garces (bateria), Tony Franklin (baixo) e um tema com Lana Lane nos vocais. Citron também ficou conhecido pelo seu trabalho de engenharia e produção para Joe Satriani e Slash.



O single Murmúrio é o novo trabalho dos O Quarto Fantasma e está disponível a partir de 6 de maio. São dois novos temas que, nessa data, estarão disponíveis em formato CD e digital, numa edição conjunta da Raging Planet Records e Carc Produções. O vídeo do tema Vaga já pode ser visualizado.



Os The StoneWolf Band confirmaram a assinatura dum acordo de licenciamento do seu álbum de estreia Fear Less com a editora discográfica alemã 7us Media Group GMBH. Este acordo significa que o álbum ficará brevemente disponível em lojas, em formato CD e digitalmente, na Alemanha, Áustria, Suíça, Itália, França, Rússia, Reino Unido e mais países. Fear Less já saiu em Portugal pela iPlay, Som e Imagem e está disponível em lojas, por encomenda de correio e em todas as boas plataformas digitais.


Mantendo a sua tradição de lançar álbuns tributo aos grandes nomes da história do rock, a Cleopatra anuncia agora o lançamento de Keep Calm And Salute The Beatles, uma homenagem à influente banda de Liverpool, que conta com um incrível leque de vocalistas. A saber: Ann Wilson, Todd Rundgren, John Wetton, Judy Collins, Jack Bruce, David Clayton Thomas, Andrew Gold, Leo Sawyer, Martha Davies, Howard Jones, Stephen Bishop entre muitos outros que dão uma nova vida a 16 canções clássicas dos The Beatles. Entre outros motivos de interesse fica o registo de uma das últimas gravações de Jack Bruce (Cream) falecido no final de 2014. O projeto é liderado pelo muti-instrumentista Billy Sherwood (Yes) e está nas lojas a 28 de abril.



Os Fate´s Right Band, banda que inclui Jonny Lindkvist (Nocturnal Rites) acaba de lançar o EP Knucklebuster Hits. Este trabalho consiste em 4 temas de hard rock influenciado pelos anos 70 e 80. Os Fate´s Right Band nasceram no inicio de 2013 por ação dos irmãos Jari & Marko Aalto juntamente com Jonas Andersson. Jonny Lindkvist e Jens Mann entraram na primavera seguinte.




O quinto álbum dos Odin’s Court, Turtles All The Way Down, já está nas lojas desde o início de março e foi muito bem recebido quer pelos fãs quer pela crítica especializada. Agora a banda disponibiliza o novo vídeo para o tema And the Answer Is…


Influenciados pelas raízes do rock e do blues e por toda a cultura psicadélica que se reinventa há mais de 50 anos, os Evols fazem música intemporal. As performances da banda articulam recorrentemente som e imagem – os concertos conjuntos com P.MA onde o som divaga e interage com a narrativa cinematográfica de Pedro Maia. As composições da banda remetem habitualmente para uma viagem entre a melodia, a estridência e a distorção, numa potência e impacto de guitarras levados ao limite até ao inaudível. Os Evols preparam-se para lançar o seu segundo álbum em 2015. Gravado e misturado pela banda ao longo de 2013 e 2014, entre a sala de ensaios da banda e os estúdios Sá da Bandeira, este álbum marca uma evolução no som da banda, ainda fortemente marcado pelo som das guitarras mas com o contributo dos dois novos membros da banda: Jorge Queijo (bateria) e João Santos (baixo). Tal como os míticos álbuns de bandas que demoram quase ou mais de uma década a gravar um novo disco, o lançamento do disco novo dos Evols está finalmente agendado para o Outono, edição da Fnac Discos e Wasser Bassin. É agora lançado o primeiro single e videoclip, Shelter.