domingo, 31 de maio de 2015

Notícias da semana

Um ano após o lançamento de Change Of Time, os Secret Illusion têm novidades: um novo tema – Winds Of Tomorrow – está disponível para audição e um lyric vídeo desse tema também já está pronto. Por outro lado, Vasilis Axiotis é o novo vocalista e é com ele que os gregos preparam o seu próximo trabalho a lançar em 2016.



São mais de 3 décadas de história. Os Mata Ratos são uma das maiores bandas do underground português. A Rastilho iniciou a sua colaboração com os Mata Ratos em 2003, com o lançamento do EP7" Deus, Pátria e Família. O último álbum de originais Novos Hinos para a Mocidade Portuguesa data de 2007 e, desde então, os Mata Ratos não têm parado de tocar. Mas como nem só dos grandes clássicos do passado é feita a história dos Mata Ratos, a banda anuncia a gravação de um novo álbum de estúdio este ano (data de edição ainda por definir).  Enquanto tal não acontece, a Rastilho Records celebra o passado com a reedição de dois álbuns clássicos dos anos 00: És um Homem ou És um Rato e Festa Tribal - Ao Vivo, editados, respetivamente, em 2004 e 2005 e que a editora portuguesa volta agora a disponibilizar no mercado.



Um novo tema dos Freedom Hawk intitulado Radar faz parte do Tracks Of The Week da prestigiada Classic Rock Magazine. Radar sucede ao single Blood Red Sky e ambos os temas fazem parte do álbum Into Your Mind… do trio da Virginia.




A Inner Wound Recordings anunciou a reedição de Carnival Of Lies, o álbum de reunião dos Obsession. O álbum foi originalmente lançado em 2006, está esgotado há já alguns anos e estará no mercado a 17 de julho na Europa e uma semana mais tarde nos EUA. Esta reedição de Carnival Of Lies foi remisturada e remisturada por Michael Vescera e apresenta um novo artwork da responsabilidade de Felipe Machado Franco, para além de incluir duas faixas bónus.




Os suecos Rebel Collective apresentaram o seu novo vídeo para o tema Rock‘n’ Roll Rebel, tema retirado do seu novo álbum Middle Age Famous, lançado a 8 de maio. Este vídeo sucede ao lyric video para Midlife já anteriormente lançado.




Com uma capa a fazer lembrar os Red Hot Chili Peppers em The Abbey Road E.P., o novo EP dos Vulture intitula-se Doomed To Fail, que é também o nome do single de apresentação. Editado no passado mês de abril pela Music In My Soul, este trabalho já se encontra disponível nas principais lojas digitais. Com uma mistura fresca de Grunge, Rock e Doom, os Vulture, este grupo de Santarém respeita as suas origens e reconhece-as em cada passo, admitindo ter-se deixado influenciar por detalhes geográficos e humanos exclusivos desta região do país. Do single que batiza o EP foi realizado um vídeo que já pode ser visualizado.



Eu Não Quero Voltar é o novo vídeo retirado do EP Monomania dos Persona 77 e pode ser visualizado aqui.



The Silence Of Death, o EP dos My Enchantment, é reeditado em formato CD no próximo dia 1 de junho, depois de, no passado dia 15 de maio, ter ficado disponível nas principais lojas digitais. Com o selo da Music In My Soul, este trabalho – que teve já uma primeira edição promovida pela própria banda tem The Fallen como single de apresentação.


Desde o dia 29 que está disponível mais um portal dedicado ao rock melódico sueco. O seu nome é Scandirock Network. O responsável pela criação é Mikael Carlsson (Lover Under Cover) e para já alberga nomes como Anette Olzon (ex-Nightwish), Coldspell, Eclipse, Grand Design, Lover Under Cover, Nubian Rose e Sapphire Eyes. Scandirock Network é apoiado pelo notável Väsby Rock Festival.





A editora e agência de management sueca Sun Hill Production anunciou o estabelecimento de uma parceria com a agência germânica de promoção Rock ‘n’ Growl Promotion. Assim, esta ligação vai permitir uma cooperação mundial que abrange nomes importantes como Soto, Degreed, Reach, Night By Night, Talisman entre muitos outros.

Flash-Review: Ten Years Of Pussy (Nashville Pussy)


Álbum: Ten Years Of Pussy
Artista: Nashville Pussy 
Editora: Steamhammer/SPV 
Ano: 2015
Origem: EUA
Género: Sleaze Rock’n’Roll/Hard Rock
Classificação: 5.5/6
Breve descrição: Para quem não conhece os Nashville Pussy tem aqui uma boa oportunidade para conhecer uma das maiores bandas de rock da atualidade. Ten Years Of Pussy é uma compilação com 22 temas da banda Americana incluindo as 16 melhores gravações de estúdio dos últimos 10 anos retirados dos três álbuns que a banda lançou pela SPV, adicionado de um CD bónus com seis temas gravados ao vivo em Nottingham em 2009. Sem contemplações – isto é rock ‘n’ roll duro, sujo e barulhento.
Highlights: Come On Come On, Going Down Swimming, Before The Drugs Wear Off, Hate And Whisky, Lazy Jesus, Good Night For A Heart Attack, Late Great USA
Para fãs de: Motörhead, Alabama Thunderpussy, Cinderella, Guns ‘n’ Roses, AC/DC

Tracklist:
CD 1 - Best of
1. Come On Come On
2. Rub It To Death
3. I'm So High (com Danko Jones)
4. Going Down Swinging
5. Before The Drugs Wear Off
6. Hate And Whisky
7. The South`s To Fat To Rise Again
8. Pussy Time
9. Til The Meat Falls Of The Bone
10. Pillbilly
11. Why Why Why
12. Up The Dosage
13. Lazy Jesus (com Lemmy)
14. Ain't Your Business
15. Good Night For A Heart Attack
16. Stone Cold Down

CD 2 - Bonus “Live in Nottingham” CD
1. One Way Down
2. Nutbush City Limits (com Ron Heathman)
3. Struttin' Cock
4. Late Great USA
5. Go Motherfucker Go
6. You're Goin' Down

Line-up:
Blaine Cartwright – guitarras, vocais
Ruyter Suys - guitarras
Bonnie Buitrago- baixo
Jeremy Thompson – bateria

INFO: Ilium regressam aos álbuns com novo vocalista

Com a sua bem-sucedida forma de casar diferentes subgéneros por forma a criar a sua própria interpretação do metal tradicional, os Ilium atingem a marca do sexto trabalho. My Misanthropia (5.2/6) é um disco que junta as escolas americana, britânica e europeia de heavy/power metal, ao qual se associa a tradicional obscuridade lírica de temas como a mitologia, lendas e profundezas depressivas. My Misanthropia marca a estreia de Lance King (Balance Of Power, Pyramaze, Avian) como vocalista substituindo Mike DiMeo que vocalizou as duas últimas propostas dos australianos (Ageless Decay, 2009 e Genetic Memory, 2011) e é lançado via Nightmare Records apresentando as primeiras 1000 cópias uma versão limitada em digipack que inclui um CD bónus intitulado Wendigo – 5 temas, dos quais três originais e versões de Tragedy (The Bee Gee’s) e Love Is All (Roger Glover/Ronnie James Dio).

Tracklist:
1.      My Misanthropia
2.      Quetzalcoatl
3.      Penny Black
4.      Lingua Franca
5.      Godless Theocracies
6.      The Hatchling
7.      Orbiting A Sun Of Sadness
8.      Zenith To Zero
9.      Yuletide Ebbs
10.  The Cryptozoologist

Line-up:
Jason Hodges – guitarras
Adam Smith – guitarras, baixo, teclados, bacteria
Lance King - vocais

sábado, 30 de maio de 2015

Review: Lost Salvation (Furyon)

Lost Salvation (Furyon)
(2015, Dream Records/Cargo Records)
(4.7/6)

Uma enorme diversidade vocal, bases de guitarra extremamente potentes e frequentemente dark, com uma afinação quase sempre sobre o grave, muito groove e solos excêntricos pode ser uma boa maneira de descrever o que os Furyon fazem. Já o fizeram em Gravitas mas para o seu novo disco, Lost Salvation, aprimoraram a fórmula. Embora, aparentemente, também a tenham tornado um pouco mais confusa. Há uma tentativa deliberada de introduzir linhas melódicas em tanta densidade de guitarras e peso e o acréscimo de camadas torna os temas pouco escorreitos. A descrição inicial poderá indiciar a existência de algum doom e, de facto, não sendo o forte dos Furyon, ele surge dissimulado em todo o álbum e mais descaradamente em Scapegoat. Já antes, These Four Walls introduz alguma variabilidade com ritmos orientais num tema bastante fragmentado e que, por via disso, permite uma melhor respiração por se tornar menos opressivo. Agora, claramente Lost Salvation ganha uma nova alma quando surgem os diálogos entre os guitarristas, num estilo verdadeiramente clássico. E felizmente, isso acontece muitas vezes.

Tracklist:
1. All That I Have
2. Lost Salvation
3. These Four Walls
4. Scapegoat
5. Resurrect Me
6. Left It With The Gods
7. Good Sky
8. Dematerialize
9. What You Need
10. Wiseman

Line-up:
Matt Mitchell - vocais
Alex "Nickel" Bowen - baixo
Lee Farmery - bateria
Luca Faraone - guitarras
Tiago Rosado – guitarras

Internet:

sexta-feira, 29 de maio de 2015

Entrevista: Child


A notícia não deixou ninguém indiferente: BB King faleceu. Esta entrevista aos Child já estava feita, mas, o trio australiano que melhor mistura hard rock e blues ainda teve tempo para uma curta e sentida referência em jeito de homenagem. Isto numa curiosa entrevista onde ficamos a saber, entre outras coisas, que Neil Wilkinson (teclista no álbum) nunca tinha tocado… teclas. Fiquem com as considerações de Mathias, Jayden e Michael.

Olá pessoal! Obrigado pela vossa disponibilidade. Quem são os Child? Podes apresentar a banda aos rockers portugueses?
Olá! Obrigado por esta entrevista. Somos um trio de Melbourne, Austrália. Tocamos heavy blues inspirado em jams LSD/THC.

Quando nasceram os Child? O que vos motivou a criar esta banda?
Os Child nasceram no final de 2012, quando três pedrados saíram das suas cidades e começaram uma colaboração.

Que experiências tiveram antes de Child? Foram na mesma linha musical?
Na verdade, todas muito diferentes. Do country ao psych/noise... Mas todos concordamos com os mais importantes. Crescemos ao mesmo tempo na Austrália, por isso todos gostamos de rock e blues inspirado nos anos 70, especialmente o material caseiro.

Child não é um nome habitual para uma banda e é até um nome difícil de encontrar em pesquisas na net. Sentem isso?
Haha, sentimo-nos bem. Acho que qualquer nome de uma banda que seja vulgar vai originar vários resultados na pesquisa, no entanto, para nós isso é uma coisa natural. Não pensamos muito sobre isso. Simplesmente sentimo-nos bem sendo quem somos e tocando o que tocamos.

O que mais vos influencia: a cena hard rock ou a cena blues?
Honestamente é terrivelmente difícil escolher um. Suponho que crescemos no hard rock mas o blues é, eventualmente, o lugar onde vais aterrar. Todos sentimos isso diariamente portanto não há nenhum ponto de combate. Não há sensação melhor do que tocar blues.

A vossa estreia tem tido óptimas críticas. Devem estar orgulhosos do vosso trabalho. Foi uma experiência fácil colocar este álbum cá fora?
Obrigado! Eu acho que poderás dizer que estamos orgulhosos de ter lançado um disco de vinil numa grande editora pequena e que as nossas músicas estão a tocar em todo o mundo! Posso dizer sem dúvida que fazer discos não é fácil. Aliás, nenhuma coisa que valha a pena é!

Suponho que estejam em digressão agora. Como tem o público recebido a vossa música?
Acabamos de terminar a nossa tournée nacional e a receção foi sempre, no mínimo, lisonjeira para nós. Os australianos gostam do seu rock n roll pesado e nós amamos de o entregar à sua porta. Seja através de disco ou de um concerto.

Quanto ao álbum, como decorreu o processo de composição e gravação?
Este EP é uma coleção das nossas jams iniciais que (com o tempo e bastante prática) se tornaram faixas completamente desenvolvidas. O processo de gravação pareceu uma brisa devido ao nosso grande engenheiro Paul Maybury dos Secret Location Studios (em Melbourne) ou à nuvem ondulante de fumo que saia do estúdio. Na realidade, ninguém sabe.

Como aconteceu Neil Wilkinson surgir no álbum como teclista?
Na realidade, Neil nunca tinha tocado órgão na sua vida e apareceu no estúdio onde estávamos a gravar as faixas. Foi uma decisão de última hora, 'hey Neil, porque não dás aqui uma ajuda?'... Depois Paul (Maybury) apresentou uma combinação muito bonita de Hammond/Leslie... ninguém se queixou nos Child.

Próximos projetos – estão a trabalhar em alguma coisa que nos possas adiantar?
Na verdade, temos alguns projetos suculentos em andamento, incluindo uma tournée nacional, gravações, clips e futuras datas internacionais a serem anunciadas. Todos esses detalhes serão revelados na nossa página de facebook em devido tempo.

Obrigado, foi um prazer conversar convosco. Querem acrescentar mais alguma coisa?
Nós também, obrigado. RIP BB King.

quinta-feira, 28 de maio de 2015

Playlist Via Nocturna 28 de maio de 2015


Review: Isla de Muerta (Ten)

Isla de Muerta (Ten)
(2015, Rocktopia Records)
(5.7/6)

Quando assinaram pela Rocktopia para dois discos, os Ten já tinham as músicas para os dois, por isso não é de estranhar a rapidez com que Isla de Muerta sucede a Albion. O mar e a pirataria voltam a centrar as atenções de Gary Hughes – agora até de maneira mais evidente – preenchendo os dez temas mais o bónus para a edição europeia. E mais uma vez os britânicos mostram ser mestres na arte de fazer excelente hard rock melódico. Grandes canções, ganchos melódicos memoráveis, coros a preceito. Os guitarristas sabem como ninguém trabalhar com as três guitarras de forma a criar harmonias, twin guitars, solos monstruosos e outras acrobacias. Delicioso! O baixo, um pouco mais escondido, mas que ainda tem espaço para brilhar a grande nível em temas como Intensify ou Angel Of Darkness. Os teclados são outro dos elementos fundamentais a criar ambientes, a introduzir paisagens cinematográficas a liderar as baladas. A bateria tem um desempenho adequado a cada situação – ora mais forte nos temas que assim o exigem, ora mais sóbria noutros pontos. Finalmente a mágica voz de Hugues, calma, grave, quente, com um timbre belíssimo e um vibrato ligeiro. Mas, no fim de contas, ainda não dissemos nada que já não soubéssemos. Isla de Muerta segue a tradição dos grandes álbuns dos Ten e apresenta duas belíssimas baladas (This Love e We Can Be As One) e dois temas pesadões que são simultaneamente os mais longos: Karnak/The Valley Of The Kings e Revolution. E depois um conjunto de grandes melodias dispersas por temas como Buccaneers/Dead Men Tell No Tales, uma abertura claramente como uma chamada para a batalha na primeira parte e cinematográfica na segunda, Tell Me What To Do, primeiro single e vídeo, Acquiesce e Angel Of Darkness. Numa análise atenta e em jeito de comparação, Albion parece estar uns ligeiros furos acima de Isla de Muerta, mas isso não impede que esta nova proposta do septeto se assuma também como um dos melhores álbuns da história dos Ten e deste ano no seu segmento.

Tracklist:
01. (i) Buccaneers (Instrumental) 
      (ii) Dead Men Tell No Tales 
02. Tell Me What To Do
03. Acquiesce 
04. This Love 
05. The Dragon And Saint George 
06. Intensify 
07. (i) Karnak (Instrumental) 
      (ii) The Valley Of The Kings 
8. Revolution
9. Angel Of Darkness
10. The Last Pretender
11. We Can Be As One (European Bonus)

Line-up:
Gary Hughes – vocais
Dann Rosingana – guitarras
Steve Grocott – guitarras
John Halliwell – guitarras
Steve Mckenna – baixo
Darrel Treece-Birch – teclados
Max Yates – bateria

Internet:

quarta-feira, 27 de maio de 2015

Entrevista: Thunderheart


Ricardo Lázaro (ex-Steel Horse e atual Calibre Zero) e Willy Gascon (ex-Steel Horse) têm sido nomes importantes no cenário do heavy metal clássico de nuestros hermanos. Juntos com Javier Pastor (Wild) nasceram os Thunderheart que se estreiam com Night Of The Warriors, um disco que recupera toda a mística do heavy clássico dos anos 80. Ricardo Lázaro falou-nos deste novo projeto.

Olá Ricardo, obrigado pela tua disponibilidade. Com um passado tão rico em várias bandas no teu país, o que vos fez erguer um novo projeto?
Willy e eu já tocámos juntos no passado e decidimos começar a trabalhar juntos novamente. Tivemos algum tempo entre tours das nossas outras bandas e então começamos a fazer algumas músicas novas. A nossa amizade e gostos comuns foram a chave para este novo projeto.

Quais são as vossas principais influências?
Material clássico como Black Sabbath, Accept, Saxon, Thin Lizzy, Judas Priest ...

Como classificas este novo projeto - um projeto paralelo, um projecto apenas de um álbum ou algo para se manter no futuro?
Não é o nosso principal projeto, o meu é Calibre Zero. Mas é uma banda fixe para gravar um álbum fresco e bem... quem sabe o que o futuro nos reserva. Um novo álbum será possível.

De qualquer forma, ainda mantém todos as vossas posições nas outras bandas…
Sim, eu ainda estou a gravar álbuns e a fazer tournées com os Calibre Zero, sendo que o último álbum foi lançado através da Pure Steel Records há uns meses atrás. Quanto a Willy, ele deixou os Steelhorse e a banda já não está ativa.

Portanto, para já os Thunderheart são a vossa principal prioridade...
Estamos 100% envolvidos nesta banda e esperamos poder fazer alguns bons shows, ter uma boa promoção e fazer algumas novas músicas fixes em breve.

De onde veio a motivação para escrever e gravar Night Of The Warriors?
Fazer heavy metal clássico foi a nossa principal ideia - boas melodias, bons solos, riffs fortes... Simplesmente fazer algumas boas canções da nossa forma preferida.

O álbum foi gravado em Madrid, misturado nos EUA e masterizado na França. Como foram essas experiências?
Foram ótimas. Jose Ibañez é um grande produtor e trabalhamos online com ele durante todo o processo. E os resultados estão aí, uma produção crua, sem ser sobreproduzido, sem material falso... apenas heavy metal. Na masterização, Brett Caldas, na França, também fez um grande trabalho.

A Killer Metal Records foi responsável pelo lançamento deste álbum. Como entraram em contacto com eles?
Enviamos-lhes o nosso álbum e eles gostaram de forma que o negócio foi fácil. Boas pessoas a apoiar o heavy metal. Estamos muito felizes com a nossa editora.

Ao vivo terão a adição de outros membros ou não?
Sim, estamos a tocar com Pedro Peláez em baixo. Ele é o nosso baixista ao vivo. O resto da banda é Willy Gascón nas guitarras, Javier Pastor nos vocais e eu, Ricardo Lázaro, na bateria.

Obrigado Ricardo, foi um prazer. Queres acrescentar mais alguma coisa?
Só para dizer obrigado por nos apoiarem. Os melhores votos desde Madrid.