quarta-feira, 30 de novembro de 2016

Entrevista: PhaZer

Depois de Kismet e Rockslinger, duas bombas de hard rock os Phazer como que desaparecerem para reaparecer este ano, quatro anos depois com uma formação renovada e um som, também ele renovado, mostrando-se mais poderoso e contemporâneo que nunca. Gil Neto explica-nos o que mudou no reino Phazeriano.

Olá, Gil! Depois de dois grandes álbuns, como Kismet e Rockslinger, como que desapareceram. O que têm feito neste últimos anos?
Viva Pedro e todos os seguidores do Via Nocturna, antes de mais, deixar aqui o nosso apreço por mais uma vez nos concederem o vosso tempo e espaço, para todos por aqui ficarem a saber um pouco mais sobre o mundo Phazeriano. Indo direto à tua questão, percebo a tua observação, pois de facto a banda “abrandou” nas suas aparições ao vivo, tendo tudo a ver não só com as mudanças de lineup que a banda teve (e estamos a falar de metade dela) após o Rockslinger, como também por termos sentido que o circuito para uma banda com a nossa estética, foi ficado sem dúvida mais pequeno, com menos espaços para nos expormos ao vivo e sem dúvida termo-nos apercebido, pelo menos no que a nós diz respeito, existe uma menor predisposição na generalidade das pessoas em querer assistir a um concerto de Phazer. Conclusão óbvia: Menos espaços, menos pessoas = menos concertos.  

Agora regressam como Un(Locked). Podes explicar-nos o porque deste título, nomeadamente pela inclusão dos parêntesis na palavra?
Basicamente foi uma sugestão minha, creio que na altura tinha sugerido os parêntesis no (Un), e por sugestão (creio que do Miranda) acabaram os parêntesis por ficar na palavra (Locked). O porquê do título, tem a ver basicamente com algo que está escondido, sem o estar, algo que está fechado mas que pode ser aberto, o que ainda não foi desvendado mas que é desvendável. Brincar um pouco com algo irónico e contraditório, mas que faz parte da nossa vivência diária em sociedade, cada vez mais creio. Falo por mim!

Este é um disco substancialmente mais forte do que os anteriores. Simplesmente aconteceu ou estava previamente decidido que seria assim?
Tal como os anteriores trabalhos, não teve nada de premeditado, foi mais um just go for. Quanto ao ser mais forte, não sei, … diria talvez mais eclético.

É também um disco muito negro, daí também essa agressividade vocal. A que se deve tanta escuridão?
Disco mais negro… hmmm… tentar por aqui entender essa alusão… De forma franca e honesta, na minha opinião, e tentando aqui sintonizar-me com a tua ideia, diria hmmm… talvez seja um disco que não tenha aquele tipo de malhas single carismáticas quanto os anteriores, com aqueles refrões orelhudos (rock stadium anthem ahahah). Melhor dizendo, creio que é um disco que merece uma escuta talvez mais atenta, não sendo ao longo do seu curso, um disco totalmente easy going, mas creio ser um disco mais maduro, com uma produção quiçá mais moderna e relacionada com os dias de hoje… Um disco mais apelativo se calhar a uma audiência mais nova, onde os anteriores talvez não fossem tão apelativos a estas gerações. Por outro lado, sendo um disco mais ecléctico, e longo (14 músicas) poderá ser mais “inconclusivo” a uma primeira audição, sobre o que é que este disco se propõe, mas posso-te dizer que é provavelmente o meu disco favorito de toda a discografia Phazeriana.

A entrada de uma nova secção rítmica, de alguma forma contribui para esse aumento de peso e de escuridão?
Curiosa a tua pergunta, mas creio que é exactamente o contrário por incrível que pareça. Os gostos assumidos por eles passam mais por aquele rock e metal clássico mainstream dos anos 90. Como também não estou a vislumbrar que os gostos deles passem muito pela cena grunge, não posso afirmar tacitamente que seja por aqui, que o gato vai às filhós.

Há quanto tempo estão estes novos músicos na banda? Como foi a sua adaptação?
O Nuno Machado encontra-se connosco a seguir à saída do RockSlinger, tendo sido já ele que fez toda a “estrada” promocional do disco. O Falé é o elemento mais recente, creio que está connosco há ano e meio/2 anos, não consigo precisar nesta fase com rigor isso. Quanto à adaptação, creio que não foi fácil e exigiu muito de todos eles. Estamos a falar de toda uma discografia do passado, mas creio ter sido até aqui uma experiência positiva para todos nós, uma vez que eles com o seu cunho pessoal também acrescentaram outras mais-valias que até então, ainda não tinham sido exploradas. Apesar de todo o trabalho, e tem sido muito, creio tem sido gratificante o feedback que vamos obtendo, desse mesmo empenhamento deles.

Durante quanto tempo trabalharam neste conjunto de temas?
3 a 4 anos. Há ali temas de primeiras ideias desenvolvidas na era Rockslinger, claro que houve mais temas que ficaram para outras núpcias na gaveta, à espera de outras oportunidades, e claro está, há mais meia dúzia de temas novos feitos à posteriori da gravação deste disco.

E como foi todo o trabalho de composição e gravação desta vez?
O processo normal que foi nos últimos trabalhos, ou seja eu trazer a ideia de casa, mostrar aos restantes, experimentarmos a coisas, validar-se e efetuar os arranjos que achamos necessários.

Há planos para irem para a estrada com este trabalho?
Já o estamos a fazer neste momento. Quanto à longevidade de estrada deste disco, só a procura e interesse inerente à vontade das pessoas em quererem ver-nos ao vivo, é que ditará a continuidade desta banda na estrada nesta fase.

Mais uma vez obrigado! Queres acrescentar mais alguma coisa?
Uma vez mais o agradecimento a ti Pedro Carvalho, pelo tempo e interesse manifestado à nossa causa e reiterar o quanto importante é a vossa divulgação para uma banda como nós. O nosso apreço e estima!! A todos reiterar o convite para ficarem a conhecer um pouco o nosso projeto musical, e trajeto efetuado até aqui, através de toda a nossa presença online nas mais diversas plataformas, bem como se possível aparecerem num espectáculo nosso. Agradecer também a todas as pessoas que tem de facto apoiado a banda de todos os quadrantes do universo, incentivando-nos e felicitando-nos pelo trabalho desenvolvido até aqui. O nosso apreço! Por último, a todos aqueles que se tem mobilizado em ajudar de facto esta banda, aparecendo nos nossos espetáculos, predispondo-se a ajudar-nos na logística, ou comprando um disco ou uma peça de merchandise da banda, o nosso grande, grande apreço e estima!! 

terça-feira, 29 de novembro de 2016

Review: The Stage (Avenged Sevenfold)

The Stage (Avenged Sevenfold)
(2016, Capitol Records/Universal Music)
(6.0/6)

O trajeto em crescendo dos Avenged Sevenfold previa que algum dia isto tinha que acontecer: um disco como The Stage que é verdadeiramente sensacional e que coloca os americanos no topo do que de melhor se faz no metal contemporâneo. O quinteto tem mais ideias numa música só que muitos grupos em todo um álbum e isso fica demonstrado num The Stage que mostra um coletivo altamente inspirado, para além de imensamente talentoso, como já se sabia, que arrisca e inova em todos os momentos. E que em tudo o que fazem se pautam por uma altíssima qualidade. Desde o grunge de Seattle atualizado e revisto em Creating God à thrashalada à Metallica de God Damn (que delicia aquelas quebras e aquele final melódico em registo acústico!); desde o prog thrash dark, complexo, pesadão e opressivo (incluído vocais muito agressivos) de Paradigm ao avantgard que leva à inclusão de metais de Sunny.Disposition; do experimental e teatral Simulation à balada de forte componente sinfónica em Roman Sky, tudo isso é simplesmente magnífico. Uma banda camaleónica variando sistematicamente o seu registo não só de tema para tema, como também dentro da mesma canção. E nesse aspeto, o épico final de mais de 15 minutos, Exist, é o exemplo como órgãos space rock, solos shred, riffs thrash, guitarras acústicas prog rock, violinos symphonic rock e blastbeats death metal se fundem, se envolvem e se desenvolvem passo a passo até à apoteose final. Depois há também a forma como os Avenged Sevenfold cruzam fases de metal muito pesado com melodias quase singelas. Ora isso acontece em temas como Paradigm e Fermi Paradox e, principalmente, neste é paradoxal mas espetacular a forma como belíssimas melodias são construídas sobre bases rítmicas devastadoras, por vezes a roçar o death metal. E é tudo isso que faz de The Stage um álbum impressionante de classe, trabalho e talento. E ainda não falamos nos 8 minutos e pico do tema título de abertura. Porque, para esse simplesmente não há palavras! Incrível! Espetacular! Depois disto, meus amigos, onde poderão chegar estes californianos?

Tracklist:
1.      The Stage
2.      Paradigm
3.      Sunny.Disposition
4.      God Damn
5.      Creating God
6.      Angels
7.      Simulation
8.      Higher
9.      Roman Sky
10.  Fermi Paradox
11.  Exist

Line-Up:
M. Shadows – vocais
Zacky Vengeance – guitarra ritmo
Synyster Gates – guitarra solo
Johnny Christ – baixo
Brooks Wackerman - bateria

Internet:
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Edição: Capitol Records/Universal Music    

segunda-feira, 28 de novembro de 2016

Entrevista: Ocre

Vostok 1 foi o trabalho que, em 2015, introduziu os Majax no circuito rockeiro nacional. A banda entretanto foi forçada a uma paragem e aproveitando esse facto, André Figueiredo e Chlöe Illingworth avançam em duo para um novo projeto que assina Dazed, EP para já apenas em formato digital, como primeiro trabalho. Assim nascem os Ocre de quem nos fala André Figueiredo.

Olá André, tudo bem?! Ocre é o teu novo projeto. Abandonaste os Majax ou é uma atividade paralela?
Viva Pedro, sim está tudo bem. Sim, Ocre é atualmente o projeto em que estou a trabalhar, que nasceu precisamente da paragem dos Majax, paragem essa que foi feita não por vontade, mas sim por necessidade pois o João (baterista), não tinha possibilidade de continuar com os Majax.

Quando começaste a trabalhar neste novo projeto?
Os Ocre começaram por volta de setembro de 2015, pouco tempo após a paragem dos Majax.

Ocre acaba por ser um pouco diferente de Majax. Nesse sentido, quais são as vossas maiores influências?
Por um lado é muito diferente e por outro não. As maiores diferenças é que agora usamos instrumentos diferentes; trocamos a guitarra por sintetizadores; um crescente gosto pelos sintetizadores e a composição está muito mais direcionado para uma dualidade entre o baixo e a bateria; as parecenças é que os gostos e influências não mudaram assim tanto; continuamos a achar que somos uma mistura de Rock Psicadélico e Post-punk com um pouco de Stoner Rock, mais concretamente bandas como Pink Floyd, King Crimson, Joy Division, Tame Impala, um pouco de Royal Blood tambem por razões óbvias e outras bandas que vamos ouvindo e nos vão inspirando.

Para além de ti, quem mais compõe os Ocre atualmente?
Sou eu (André Figueiredo) na bateria, voz e sintetizadores e a Chlöe Illingworth no baixo, voz e sintetizadores, que tambem já fazia parte dos Majax como baixista.

Dazed é o vosso primeiro EP. Como o descreverias?
Descrevo-o como sendo a nossa opinião do estado das coisas; da falta de vontade do Homem tentar ser mais do que ele próprio, de estar como quem estivesse num estado de desalento, atordoado. Isto tudo contado pela nossa mistura de Psicadélico com Post-punk e Stoner e o que mais for (risos).

Para já está em audição livre no vosso Bandcamp, certo? Irá haver alguma edição física?
Sim podem fazer stream gratuito do nosso álbum tanto no bandcamp  (https://ocreband.bandcamp.com) como tambem no Youtube (https://www.youtube.com/watch?v=OsHDS0oWs1I&t=5s). A edição fisica ainda vai demorar um pouco mas também vai haver!

Em termos de gravação, como decorreu a experiência? Onde gravaram? 
Nós gravamos no Villa "L Dourado" resort em Viseu, por mão do Ricardo Bernardo. A experiência foi muito boa, pois já conhecíamos  a malta que grava e ensaia lá como os Epilépsia Alienígena e os Adãomastor, e isso já foi uma grande ajuda para nos sentir-mos à vontade.

Sendo uma banda extremamente jovem, que projetos têm em mente cumprir nos próximos tempos?
Bem agora queremos apresentar o nosso EP ao vivo, entretanto mais para o futuro, queremos gravar um longa duração.

Mais uma vez obrigado! Queres acrescentar mais alguma coisa?
Um grande obrigado a ti Pedro, pelo teu apoio e dedicação à divulgação do nosso trabalho e de muita mais boa música que se anda por aí a fazer e um obrigado a todos que tiram um pouco do seu tempo para nos ouvir e apoiar, são os maiores!

domingo, 27 de novembro de 2016

Entrevista: Wild Souls


Desde a ensolarada Kavala, na Grécia, Kostis Tsiligiris, guitarrista dos Wild Souls acedeu a falar-nos sobre o novo e segundo disco do coletivo. Três anos se passaram desde a estreia On The Road e a banda está, agora, mais madura, mais compacta e mais focada no seu caminho, como Game Of Love acaba por o demonstrar.

Olá Kostis, obrigado pelo teu tempo! Segundo álbum cá fora - quais são os teus sentimentos neste momento?
Olá desde a ensolarada Kavala, na Grécia. Na verdade, estamos muito felizes, gratos e satisfeitos porque trabalhamos neste disco durante cerca de 3 anos e finalmente está cá fora!

Como vês este novo álbum em comparação com o anterior?
Posso dizer que Game Of Love tem um som mais hard do que o anterior... e é mais poderoso e melódico ao mesmo tempo. Sabes como é, à medida que envelhecemos e estamos juntos, soamos melhor como banda. Acho que todos podem ver isso nos dois álbuns até agora...

Como foi o vosso método de trabalho desta vez?
Uns dizem que estamos a trabalhar de uma forma um pouco estranha; outros dizem que estamos a trabalhar de forma normal (risos). Para nós é absolutamente normal! Foi quase o mesmo que no álbum anterior. A única diferença é que surgiu de forma natural para nós! A música, na sua forma básica, é escrita por mim e as letras foram escritas pelo vocalista George. Agora, se qualquer um de nós enfrenta alguma dificuldade ajudamo-nos mutuamente. É assim que acontece normalmente.

Como descreverias Game Of Love para quem não vos conhece?
É um álbum de hard rock melódico... Uma combinação entre o hard rock original e o AOR! Incluindo elementos das nossas bandas favoritas de hard rock dos anos 80 com som mais contemporâneo...

Sendo este um lançamento da Lions Pride Records, quando esta editora se cruzou convosco?
Inicialmente, tudo começou com o nosso agente Chris Siloma da CS Management & Promotions. Foi ele o "elo de ligação" que enviou o nosso álbum para análise e acho que, desde o início, foi esse o código para a editora Lions Pride Records.

Atualmente são um quarteto, mas o álbum não foi gravado com esse formato, pois não?
Sim... foi gravado com o mesmo formato... Somos os mesmos membros que estávamos no álbum anterior... Simplesmente já não temos teclista, mas um segundo guitarrista!

Como se sentem com um quinteto?
Mais fortes! Também o nosso som parece mais difícil e completo!

Sendo uma banda tão jovem, onde pensam que podem chegar no futuro?
Ninguém pode dizer isso... Tudo o que sei é que cada vez tentamos mais e damos o nosso melhor a cada momento e... quem sabe...?

Muito obrigado, Kostis, queres acrescentar mais alguma coisa?
Obrigado, também, por esta entrevista e espero que da próxima vez possamos fazer uma nova entrevista cara a cara! Até lá, stay wild!

Flash-Review: Emergent (Burnt Belief)

Álbum: Emergent
Artista: Burnt Belief    
Editora: Alchemy Records   
Ano: 2016
Origem:  EUA
Género:  Prog Rock/Ambient/ Jazz/ Fusion/Experimental
Classificação: 4.3/6
Breve descrição: Sonoridades instrumentais, ambientais e experimentais são criadas por este trio num conjunto de oito temas longos com arranjos rítmicos complexos e componentes antitéticos. Uma coleção onde o descomprometimento surge frequentemente tendo o trio a única preocupação de explorar ao limite as suas capacidades técnicas na criação de cenários ora mais experimentais ora mais ambientais.
Highlights: Language Of Movement, Turning Torso, The Bubble Burst, The Confidence Of Ignorance
Para fãs de: Porcupine Tree, Metallic Taste Of Blood, King Crimson, Riverside, Anathema

Tracklist:
1.      The Bubble Burst
2.      More Snow
3.      The Confidence Of Ignorance
4.      Emergent
5.      Until The Stars Go Out
6.      Language Of Movement
7.      Turning Torso
8.      Ghosts Aquatic

Line-up:
Colin Edwin – baixo e programações
Jon Durant – guitarras e piano
Vinny Sabbatino – bateria e percussões

Flash-Review: Closer To The Ground (Noah Pine)

Álbum: Closer To The Ground
Artista: Noah Pine    
Editora: Independente
Ano: 2016
Origem: EUA
Género:  Rock/Fusão/Psicadélico
Classificação: 5.7/6
Breve descrição: E se vos falássemos de um trabalho rock sem guitarras? Diriam que não era um álbum de rock. Mas não é o caso do EP Close To The Ground de Noah Pine, teclista dos Stonerider, um disco surpreendentemente fantástico com ritmos dos anos ’60 com gospel, coros e até algum country, onde o piano, órgão e outros teclados substituem por completo a guitarra. Noah Pine é simplesmente um executante maravilhoso de qualquer tipo de teclados e consegue transmitir isso com a sua música cheia de emotividade e sentimento.
Highlights: Wild Dogs In The Night, Live Off The Land, Say A Little Prayer, Soft Ground
Para fãs de:  The Beatles, Avi Rosenfeld, The Rolling Stones, The Beach Boys, The Doors

Tracklist:
1.      Standing On A Peak
2.      Say A Little Prayer
3.      Wild Dogs In The Night
4.      Live Off The Land
5.      Soft Ground

Line-up:
Noah Pine – Wurlizter, Orgão, Moog, Vocais
Michael Lamond – Baixo
Guy Strauss - Bateria
Matt Tanner – Vocais 

sábado, 26 de novembro de 2016

Notícias da semana

A carreira dos britânicos Mott The Hoople e do seu ícone Ian Hunter é agora celebrada com o lançamento da antologia Stranded In Reality, uma caixa com 30 discos, que contém material raro e nunca antes disponibilizado bem como um filme. Esta é uma colecção que foi compilada por Ian Hunter e validada por Campbell Devine, biógrafo dos Mott The Hoople. Stranded In Reality cobre os anos de 1975 a 2015, apresentando os 17 álbuns originais em 19 CD’s, 9 novos CD’s com material raro e inédito e 2 DVD’s.


Os Sunflowers lançam agora um novo single intitulado Post Breakup Stoner. É uma música catchy, rock pop limpinho à moda do rock n' roll dos anos 50. A faixa mais pop do álbum de estreia dos Sunflowers leva agora um vídeo à moda da banda: DIY, sem orçamento e gravado em 2 horas com um telemóvel.



Ao longo dos últimos anos, os The Killers têm assinalado a época natalícia com o lançamento de um single de Natal, cujas receitas revertem para apoiar a organização (RED) na luta contra a Sida. Este ano, e para celebrar o 10.º aniversário da (RED), os The Killers acabam de lançar Don’t Waste Your Wishes, álbum de Natal que reúne os dez últimos singles de Natal que o grupo lançou, mais uma nova canção. A nova canção incluída neste Don’t Waste Your Wishes é uma revisitação do clássico I’ll Be Home For Christmas, interpretado por Brandon Flowers em dueto com Mr. Hansen, que foi professor do cantor na quarta classe e que lhe revelou o verdadeiro significado por trás da canção. O álbum já está disponível no iTunes, mesmo a tempo de se começarem a criar as playlists de Natal e se entrar no espírito das festividades! Para maximizar o impacto na luta contra a Sida, os The Killers decidiram doar a totalidade das receitas provenientes da compra deste álbum no iTunes dos EUA para o fundo da organização (RED). O álbum terá ainda uma edição limitada em CD, disponível no site da banda a partir do dia 9 de dezembro. As vendas a nível mundial do CD também vão reverter para o mesmo fundo.


Os Silverleaf são um power-trio noruego-dinamarquês nascido em 2014, com elementos dos Fuzz Manta e Cherry Overdrive. Praticantes de rock progressivo, psicadélico e bluesy, os Silverleaf acabam de lançar o álbum homónimo de estreia pela Kozmik Artifactz/Bilocation Records.





Os Heart Avail associaram-se à FemmeMetalWebzine.net para a partilha do segundo vídeo Broken Fairytale. Este vídeo sucede a Pink Lace recentemente disponibilizado. Os Heart Avail são uma female fronted metal band canadiana que acaba de lançar o seu EP homónimo composto por cinco temas.
 
 
O novo álbum de Dark Sarah, projeto de symphonic/cinematic metal, intitulado The Puzzle, teve edição via Inner Wound Recordings no passado dia 18 de novembro. Desse trabalho foi retirado o vídeo do tema Dance With The Dragon. Neste segundo disco, a finlandesa Heidi Parviainen (ex. Amberian Dawn) traz alguns convidados como Manuela Kraller (ex. Xandria), Charlotte Wessels (Delain) e JP Leppäluoto (Charon, Northern Kings).


Life Clock é o nome do segundo single e vídeo dos Arcade Messiah. Este tema faz parte do álbum III do projeto do músico britânico John Basset (KingBathmat). O lançamento do álbum decorreu ontem, 25 de novembro, por ação da Stereohead Records.





Os The Lemon Lovers lançaram o vídeo para Mexican Way o segundo single do disco Watching The Dancers. Mexican Way é luta e é amor, na forma mais intensa que nos lembramos para retratar o momento em que os sentimentos se juntam, uma recriação do eterno clássico "novela mexicana".Mortes anunciadas, cartas de amor no correio, a luta pela amada, não passam de conceitos que são constantemente reinventados, mas que tem muito mais piada ao serem retratados num imaginário! Trata-se do primeiro vídeo dos The Lemon Lovers, self-made e o imediatismo com que a música foi escrita manteve-se nas escolhas feitas para este vídeo. 



Os The Jeggas são uma banda lisboeta de blues rock, hipnótico mas também com temas com bastante drive, nas palavras da própria banda. O EP homónimo é a primeira apresentação do trabalho deste grupo que junta o extraordinário poder vocal da Adriana Sá Couto, à mestria na guitarra principal do Luís Reis e no ritmo Diogo Alves, ao hipnotizante baixo do Rodrigo Lima e à marcada bateria do Pedro Gonçalves. Composto por quatro músicas, este EP é, no geral, guiado por uma corrente de velocidade e bem-estar intimamente ligado ao blues rock. Mas em Keep Going o tempo desacelera e mostra ao público o talento de cada membro. O EP pode ser escutado no iTunes e Spotify.


A Infected Records e os Artigo 21 orgulhosamente apresentam o vídeo oficial para o tema Ódio Não é Amor, segundo single retirado do disco de estreia da banda. A violência doméstica é um tema sensível que ainda hoje é bastante ignorado. Neste vídeo o objetivo é passar a mensagem e o alerta sobre um assunto que merece a atenção geral. O vídeo foi realizado pela equipa Kraken Productions, com o apoio da APAV (Associação Portuguesa de Apoio à Vitima) e conta com a participação de várias caras conhecidas da representação em Portugal.


O teclista sueco Pär Lindh está e fase de lançamento de um novo projeto intitulado Triton. O objectivo é prestar homenagem ao legado de bandas como The Nice, Emerson, Lake & Palmer e Pär Lindh Project. A anterior banda de Pär Lindh estava parada após a morte da vocalista Magdalena Hagberg em 2007, vítima de cancro. Neste novo ensemble, Lindh surge acompanhado por Göran Holmberg (baixo) e Putte Saavedra (bateria). O vídeo dos Triton a tocar Hoedown já está disponível.


Depois de uma compilação (adicionada de quarto temas novos) e de um álbum ao vivo, o regresso dos Lucifer’s Friend só se poderia considerar bem-sucedido com um novo álbum de originais. Ora aí está ele. Chama-se Too Late To Hate e é o primeiro álbum de estúdio desde… 1981! O álbum tem o selo Cherry Red Records e já está à venda no iTunes e Amazon.


André Figueiredo, membro dos Majax, tem uma nova banda chamada Ocre. Para além de André na bateria, voz e sintetizadores, os Ocre contam também com Chlöe Illingworth (também membro dos Majax) no baixo, voz e sintetizadores. O primeiro EP está já disponível para audição streaming no bandcamp do projeto.


She’s Gonna Blow é uma nova banda nacional que acaba de lançar o seu primeiro EP. O coletivo é originário da cidade da Guarda e é composto por André Vaz (baixo), David Ferro (vocais), Hugo Branco (bateria) e Pedro Maia (guitarras). O vídeo do tema Meaning já pode ser visualizado.



Poucos meses depois do seu aclamado segundo álbum, The Violent Mystical Sukuma, os Domadora apresentaram um novo vídeo referente ao tema de abertura desse álbum, Hypnosis, gravado no Louvre Auditorium, em Paris.